Logo R7.com
RecordPlus
R7 Brasília

Homem viola medida protetiva e assassina ex-companheira no DF

Mulher morreu na terça-feira após ser atingida por disparos de arma de fogo; ela é a nona vítima de feminicídio no DF em 2023

Brasília|Karla Beatryz*, do R7, em Brasília

  • Google News

Adicione como fonte preferencial no Google

Opens in new window
Hospital Regional de Planaltina, no Distrito Federal
Hospital Regional de Planaltina, no Distrito Federal

Uma mulher morreu na noite de terça-feira (11) após ser atingida por disparos feitos pelo ex-companheiro, em Planaltina, no Distrito Federal. O crime ocorreu na casa da vítima, mesmo ela tendo medida protetiva contra o suspeito. Esse é o nono caso de feminicídio registrado no Distrito Federal em 2023.

A Polícia Militar foi acionada pela filha da vítima, que presenciou o crime. Segundo a corporação, uma equipe que estava em patrulhamento compareceu ao local e chegou a ouvir os disparos do suspeito contra a ex-companheira. Os militares abordaram o suspeito, mas, segundo a polícia, ele teria apontado a arma contra os policiais, que atiraram no homem.


Leia também: Oito anos após feminicídio se tornar crime, 159 mulheres foram assassinadas no DF

O suspeito foi baleado e foi socorrido junto com a vítima que já tinha sido atingida. O Corpo de Bombeiros Militar do DF encaminhou os dois feridos até o Hospital Regional de Planaltina. A vítima não resistiu aos ferimentos e morreu na manhã desta quarta-feira (12). O suspeito do crime está internado em estado gravíssimo.


Arma apreendida com autor do crime, pela Polícia Militar
Arma apreendida com autor do crime, pela Polícia Militar

Durante a ocorrência, foram apreendidos com o suspeito uma arma de fogo, uma algema de metal, um laudo médico hospitalar no nome dele e R$ 4,7 mil.

De acordo com a Polícia Civil do DF, o caso foi registrado na 16ª DP, em Planaltina, como feminicídio e lesão corporal.


A corporação não divulgou mais informações sobre o crime, por se tratar de Violência Doméstica ou Familiar Contra a Mulher. O caso é apurado em sigilo, seguindo a Lei Maria da Penha.

*Estagiária sob supervisão de Fausto Carneiro.

Últimas


Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.