‘Inaceitável’, diz diretor-geral da PF sobre versão do PL Antifacção aprovada na Câmara
Andrei Rodrigues criticou tentativa de importar modelos de fora, como a adoção do termo ‘máfia’
Brasília|Rafaela Soares, do R7, em Brasília
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O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, classificou, nesta segunda-feira (15), o texto do PL Antifacção aprovado pela Câmara dos Deputados como “inaceitável”.
Segundo ele, a redação diminui a atuação da Polícia Federal, além de reduzir recursos. Rodrigues também comentou que, no Senado, o diálogo com o relator, senador Alessandro Vieira (MDB-SE), foi “bastante honesto” e que a versão vem ao encontro de quem quer verdadeiramente combater o crime organizado. O texto do Senado foi aprovado na quarta-feira (10).
O diretor da corporação também criticou a tentativa de “importar” um modelo de combate ao crime organização com a adoção do termo máfia, muito ligado à Itália.
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Rodrigues salientou que um dos principais objetivos é garantir uma segurança jurídica ao Funapol (Fundo para Aparelhamento e Operacionalização das Atividades-fim da Polícia Federal), para que ele esteja previsto na Constituição e que não possa ter contingenciamento.
O titular da corporação também lembrou que o foco deve estar na identificação e punição daqueles que financiam e comandam o crime organizado.
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