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Em reunião com Mulino, Lula deve discutir tensão dos EUA com Panamá

Petista também fez encontros bilaterais com os presidentes de direita do Panamá, Chile e Bolívia

Brasília|Giovana Cardoso, do R7, e Tainá Farfan, da RECORD

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Lula se reúne no Panamá para discutir tensões entre o Panamá e os Estados Unidos devido a tarifas no canal.
  • A reunião deve abordar os impactos econômicos e custos dos produtos afetados pelas tarifas.
  • Além de Mulino, Lula encontrou-se com presidentes do Chile e da Bolívia durante sua visita.
  • A tensão entre Panamá e EUA persiste, apesar de declarações de que a situação estava resolvida.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Ida ao país também foi a primeira do atual mandato Ricardo Stuckert / PR

Em visita ao Panamá, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve tratar sobre a tensão do país panamenho com os Estados Unidos, que se diz insatisfeito com o aumento de tarifas no canal do país. Atualmente, os EUA são o país que mais usa a passagem comercial, seguido da China e Japão.

A reunião, marcada para ocorrer por volta de 13h20, deve abordar o descontentamento dos norte-americanos com o possível impacto no custo dos produtos e efeitos econômicos.


Além do encontro bilateral com o líder panamenho, José Raúl Mulino, Lula também se reuniu com os presidentes de direita do Chile, José Antonio Kast, e da Bolívia, Rodrigo Paz.

A previsão é de que Lula retorne ao Brasil ainda hoje. O fórum continua até quinta-feira (29). Mais de 2,5 mil líderes políticos, empresários e acadêmicos participam do evento.


O Brasil é o 13º maior usuário do Canal do Panamá. Quase 6 milhões de toneladas de produtos brasileiros exportados passam por lá.

EUA x Panamá

Desde que assumiu a presidência, Donald Trump vem questionando as taxas do canal e chegou a ameaçar a retomada do controle do espaço.


No ano passado, o líder norte-americano acusou o Panamá de cobrar taxas excessivas para usar sua passagem comercial, uma das mais movimentadas do mundo. Além disso, afirmou em diversas ocasiões que o país havia cedido o controle do canal à China.

Após a pressão de Trump, o país panamenho cedeu e aceitou que os navios de guerra dos Estados Unidos usassem o canal de graça e com prioridade.


No início deste ano, Mulino chegou a afirmar que a tensão entre Panamá e EUA estava superada. Porém, segundo fontes ouvidas pela RECORD, ainda existe uma preocupação na comunidade internacional.

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