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Lula diz que problemas da América Latina não serão resolvidos com ‘uso da força’

Presidente discursa durante Fórum Econômico da América Latina e Caribe, no Panamá, nesta quarta (28)

Brasília|Do R7, com RECORD NEWS

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Lula discursa no Fórum Econômico da América Latina e Caribe no Panamá, defendendo a soberania regional.
  • O presidente fala sobre a importância do multilateralismo e de acordos econômicos entre os países vizinhos.
  • Destaca a necessidade de evitar o uso da força e busca pela paz, mencionando as ameaças americanas na região.
  • Enfatiza a luta contra a fome, pobreza e violência, propondo que recursos sejam distribuídos mais equitativamente.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva falou sobre a soberania da América Latina e do Caribe e a criação de canais de comércio durante discurso no Fórum Econômico Internacional da América Latina e Caribe, realizado no Panamá nesta quarta-feira (28).

Lula destacou a importância da união na região e o investimento no multilateralismo, com acordos econômicos e meios de trocas de bens entre os países vizinhos: “Cabe a nós assumir que a integração possível é a que estará calçada na pluralidade de opções. Guiado pelo pragmatismo, podemos superar divergências ideológicas e construir parcerias sólidas e positivas dentro e fora da região.”


Lula destacou a importância da união na região e o investimento no multilateralismo Reprodução/Record News - 28.01.2026

Em meio à tensão dos Estados Unidos com países latinos e caribenhos, Lula se opôs ao uso de força nos territórios. “A história mostra que o uso da força jamais pavimentará o caminho para superar as mazelas que afligem esse hemisfério, que é de todos nós. A divisão do mundo em zona de influência e investidas neocoloniais por recursos estratégicos constituem gestos anacrônicos e retrocessos históricos”, afirmou.

Além disso, o presidente destacou a importância da relação com os EUA ao relembrar feitos de ex-presidentes norte-americanos para o desenvolvimento de países latinos. Lula disse que a proximidade com Washington é “outra referência inescapável, seja pela sua presença ou pelo seu distanciamento, sobretudo num contexto de recrudescimento de tentações hegemônicas”.


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Ao final de seu discurso e em tom eleitoreiro, o petista mencionou a evolução do país em seus primeiros governos e comparou a situação atual com os encontrados no início de seu terceiro mandato, em 2023.

“Temos um futuro promissor, se a gente souber trabalhar. Com uma coisa muito simples que eu disse ontem ao futuro presidente do Chile: ‘Muito dinheiro na mão de poucos significa pobreza, pouco dinheiro na mão de muitos significa riqueza’. Essa mágica simples de fazer que precisamos fazer”, completou.

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