Lula manda CGU expulsar servidor investigado por agredir mulher e filho no DF
Nas redes sociais, o petista classificou a agressão como ‘inadmissível’ e disse que é necessário ‘uma resposta firme do Poder Público’
Brasília|Giovana Cardoso, do R7, em Brasília
LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA
Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva determinou, nesta quinta-feira (25), ao ministro da CGU (Controladoria-Geral da União), Vinícius de Carvalho, a abertura de um processo interno para responsabilização e expulsão do servidor do órgão investigado por agredir a mulher e o enteado em Águas Claras, no Distrito Federal.
Nas redes sociais, o petista classificou a agressão como “inadmissível” e disse que é necessário “uma resposta firme do Poder Público”.
“Não vamos fechar os olhos aos agressores de mulheres e crianças, estejam eles onde estiverem, ocupem as posições que ocuparem. Um servidor público deve ser um exemplo de conduta dentro e fora do local de trabalho”, escreveu Lula.
Segundo informações da RECORD, o caso ganhou conhecimento a partir de uma denúncia anônima e a mulher decidiu não registrar boletim de ocorrência. As agressões ocorreram no último dia 7.
À polícia, a vítima informou que as agressões foram motivadas após a criança, de 4 anos, se recusar a descer do colo da mãe. Os três teriam acabado de chegar de viagem e o agressor queria que a namorada e o menino o ajudasse a carregar as sacolas.
Fique por dentro das principais notícias do dia no Brasil e no mundo. Siga o canal do R7, o portal de notícias da RECORD, no WhatsApp















