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Mauro Cid depõe na CPMI do 8 de Janeiro na próxima terça, diz presidente da comissão

Depoimento do ex-ajudante de ordens de Bolsonaro é um dos mais esperados pelo colegiado, que investiga atos de vandalismo

Brasília|Hellen Leite, do R7, em Brasília

Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro
Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro

O tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro (PL), deve ser ouvido na CPMI do 8 de Janeiro na próxima terça-feira (4). A informação foi confirmada pelo presidente do colegiado, deputado Arthur Maia (União Brasil-BA). "Já determinei à Secretaria da Mesa que, na próxima terça-feira, ouviremos o tenente-coronel Mauro Cid e, na quinta-feira, realizaremos uma sessão deliberativa desta comissão", disse.

Como foi convocado pelo colegiado, o tenente-coronel é obrigado a comparecer à CPMI. No entanto, na semana passada, a ministra do Supremo Tribunal Federal (STF) Cármen Lúcia concedeu a ele o direito de permanecer em silêncio durante o depoimento.

Cid foi preso em 3 de maio, em uma operação da Polícia Federal (PF) que investiga fraude em dados de vacinação contra a Covid-19. Ele também aparece em investigações da PF sob suspeita de ter conspirado para que o ex-presidente Bolsonaro desse um golpe de Estado após a eleição.

Leia também: Mauro Cid e família viajaram para os EUA com dados de vacinação falsos

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Além disso, a PF encontrou no celular do militar o rascunho de um decreto de GLO (Garantia da Lei e da Ordem), medida que só pode ser assinada pelo presidente da República e que determina a atuação das Forças Armadas em casos de perturbação da ordem pública.

Depoimentos na CPMI

Até o momento, o colegiado ouviu sete pessoas. O primeiro a depor foi o ex-diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal (PRF) Silvinei Vasques, por suspeita de ter direcionado as ações da corporação na região Nordeste no segundo turno da eleição, com a intenção de interferir no resultado da votação.

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Em seguida, foram ouvidos o delegado da Polícia Civil Leonardo de Castro e os peritos Renato Martins Carrijo e Valdir Pires Dantas Filho, que trabalharam no episódio da tentativa de explosão de uma bomba perto do aeroporto de Brasília, além do empresário George Washington de Oliveira Sousa, condenado por ter tentado explodir um caminhão-tanque.

Na segunda-feira (26), foi a vez de Jorge Eduardo Naime, ex-chefe do Departamento Operacional da Polícia Militar do Distrito Federal, depor à comissão. O último a ser ouvido, nesta terça-feira (27), foi o coronel do Exército Jean Lawand Júnior, citado em investigação da PF por suspeita de ter pedido a Cid que convencesse Bolsonaro a dar ordens de golpe de Estado.

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