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Ministro da Defesa admite constrangimento das Forças Armadas após condenação de Bolsonaro

José Múcio citou clima entre parte militar, mas disse estar feliz com ‘fim de ciclo’ e elogiou que Forças não se manifestaram

Brasília|Do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Ministro da Defesa, José Múcio, reconhece constrangimento nas Forças Armadas após condenação de Jair Bolsonaro.
  • Ele destaca o clima entre os militares, mas elogia a falta de manifestações durante o julgamento.
  • Bolsonaro, preso desde sábado, terá que cumprir pena de mais de 27 anos sem possibilidade de recursos.
  • Múcio considera a condenação um fim de ciclo e deseja que o país olhe para frente.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Múcio admitiu 'constrangimento' das Forças Armadas à condenação definitiva de Bolsonaro Marcelo Camargo/Agência Brasil

O ministro da Defesa, José Múcio, admitiu nesta terça-feira (25) que alguns dos representantes das Forças Armadas ficaram constrangidos com a condenação definitiva do ex-presidente Jair Bolsonaro, decidida pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal).

“As Forças receberam, eu admito que alguns constrangidos, indignados, mas todos tinham seu papel”, afirmou a jornalistas, na Câmara dos Deputados.


Múcio também destacou que a falta de posicionamentos de militares do Exército, Marinha ou Aeronáutica ao longo do julgamento, e após a decisão, é positiva.

“Uma nota de indignação não saiu nem das instituições, nem saiu das pessoas. Então, eu só tenho que agradecer”, afirmou. Logo depois, disse estar feliz que a condenação coloca fim a um ciclo: “A gente precisa virar essa página, olhar para frente”.


Condenação de Bolsonaro

O ex-presidente Jair Bolsonaro está preso desde sábado na sede da superintendência da Polícia Federal, por decisão do ministro Alexandre de Moraes.

Inicialmente, a punição era voltada a prisão preventiva, pelo magistrado considerar que havia risco de fuga de Bolsonaro. Nesta segunda, o ministro encerrou a ação de tentativa de golpe de Estado e converteu a prisão em definitiva.


Bolsonaro deve começar a cumprir a pena de mais de 27 anos. Não cabem mais recursos contra a condenação do ex-presidente.

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