Ministro da Defesa admite constrangimento das Forças Armadas após condenação de Bolsonaro
José Múcio citou clima entre parte militar, mas disse estar feliz com ‘fim de ciclo’ e elogiou que Forças não se manifestaram
Brasília|Do R7
LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA
Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

O ministro da Defesa, José Múcio, admitiu nesta terça-feira (25) que alguns dos representantes das Forças Armadas ficaram constrangidos com a condenação definitiva do ex-presidente Jair Bolsonaro, decidida pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal).
“As Forças receberam, eu admito que alguns constrangidos, indignados, mas todos tinham seu papel”, afirmou a jornalistas, na Câmara dos Deputados.
Múcio também destacou que a falta de posicionamentos de militares do Exército, Marinha ou Aeronáutica ao longo do julgamento, e após a decisão, é positiva.
“Uma nota de indignação não saiu nem das instituições, nem saiu das pessoas. Então, eu só tenho que agradecer”, afirmou. Logo depois, disse estar feliz que a condenação coloca fim a um ciclo: “A gente precisa virar essa página, olhar para frente”.
Condenação de Bolsonaro
O ex-presidente Jair Bolsonaro está preso desde sábado na sede da superintendência da Polícia Federal, por decisão do ministro Alexandre de Moraes.
Inicialmente, a punição era voltada a prisão preventiva, pelo magistrado considerar que havia risco de fuga de Bolsonaro. Nesta segunda, o ministro encerrou a ação de tentativa de golpe de Estado e converteu a prisão em definitiva.
Bolsonaro deve começar a cumprir a pena de mais de 27 anos. Não cabem mais recursos contra a condenação do ex-presidente.
Fique por dentro das principais notícias do dia no Brasil e no mundo. Siga o canal do R7, o portal de notícias da RECORD, no WhatsApp














