Logo R7.com
RecordPlus
R7 Brasília

Ministro Cristiano Zanin autoriza julgamento de ação que acusa deputados do PL de corrupção

Segundo a Procuradoria-Geral da República, parlamentares cobravam propina para liberar emendas

Brasília|Da Agência Brasil

  • Google News

LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Ministro Cristiano Zanin autoriza julgamento de ação penal contra deputados do PL por corrupção e organização criminosa.
  • Os deputados Josimar Maranhãozinho, Pastor Gil e o suplente Bosco Costa são acusados de cobrar R$ 1,6 milhão em propinas.
  • As emendas liberadas aos acusados totalizariam R$ 6,6 milhões para o município de São José de Ribamar (MA).
  • Defesas afirmam que as acusações são frágeis e baseadas em provas insuficientes e ilegalidades na investigação.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Zanin comunicou liberação do julgamento à presidência da Primeira Turma do STF

O ministro Cristiano Zanin, do STF (Supremo Tribunal Federal), liberou nesta quinta-feira (27) para julgamento a ação penal na qual a PGR (Procuradoria-Geral da República) pede a condenação de dois deputados federais e um suplente do PL pelos crimes de corrupção passiva e organização criminosa.

A liberação foi comunicada ao ministro Flávio Dino, presidente da Primeira Turma da Corte, colegiado que será responsável pelo julgamento. Caberá a Dino marcar a data do julgamento.


No processo, os deputados federais Josimar Maranhãozinho (PL-MA), Pastor Gil (PL-MA) e o suplente Bosco Costa (PL-SE) são acusados de cobrar propina para a liberação de emendas parlamentares.

De acordo com a PGR, entre janeiro e agosto de 2020, os acusados solicitaram vantagem indevida de R$ 1,6 milhão para liberação de R$ 6,6 milhões em emendas para o município de São José de Ribamar (MA).


Leia mais

O que dizem as defesas

Durante a tramitação do processo, Josimar Maranhãozinho declarou ao Supremo que as acusações da PGR contra o parlamentar se “mostram frágeis e desfundamentadas”.

Os advogados de Bosco Costa defenderam a rejeição da denúncia por falta de provas. A defesa afirmou ao Supremo que a acusação está baseada em “diálogos de terceiros e anotações manuscritas desconhecidas de Bosco”.


A defesa de Pastor Gil defendeu a ilegalidade das provas obtidas na investigação por entender que o caso deveria ter iniciado no STF, e não na Justiça Federal do Maranhão. Os advogados também acrescentaram que a denúncia é baseada em “hipóteses e conjecturas”.

Fique por dentro das principais notícias do dia no Brasil e no mundo. Siga o canal do R7, o portal de notícias da RECORD, no WhatsApp

Últimas


Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.