Ministro do Trabalho avalia que saldo de empregos em 2025 não é desprezível
Brasil criou 1,8 milhão de vagas com carteira assinada no ano, segundo informações do Caged
Brasília|Do Estadão Conteúdo
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O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, disse nesta terça-feira (30) que o resultado do Novo Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) em 2025 não será desprezível e que é visto como um bom número pelo governo.
O Brasil criou 1.895.130 postos de emprego com carteira assinada, de janeiro a novembro, segundo dados divulgados nesta terça.
Marinho voltou a criticar os juros altos por desacelerar a economia e questionou diretrizes do CMN (Conselho Monetário Nacional).
“Apesar, sim, de uma desaceleração, que eu venho chamando a atenção desde maio, durante maio e todo o semestre, o papel aqui dos juros eu acho determinante para esse processo de desaceleração. Porém, a combinação da tarefa nada fácil do Banco Central é de mirar a inflação”, declarou a jornalistas, em coletiva no ministério.
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O ministro apontou ainda que não é só o Banco Central que determina os juros: ele ressaltou que as diretrizes são feitas no CMN. E afirmou que gostaria de ir ao Conselho junto com o ministro da Indústria e Comércio, Geraldo Alckmin.
“O pessoal do Banco Central sabe os desafios que tem, determinados pelo Conselho Monetário Nacional. Sempre a gente fala do Banco Central, mas tem o Conselho Monetário, que dá as diretrizes”, salientou.
“Eu adoraria sentar no Conselho Monetário Nacional, junto com o Ministro da Indústria e Comércio, nosso vice-presidente Alckmin, para ajudar quem está lá sentado, para ver se as diretrizes estão sendo adequadas ou não”, completou.
Marinho não quis adiantar números fechados do ano no Caged de 2025 ou de 2026, mas afirmou esperar que ambos os resultados sejam positivos. “O importante é um processo de continuidade. Nesse sentido, o resultado de 25 não é desprezível, é um resultado muito positivo.”
“Enxergo para 26 que será um ano positivo, com todas as controvérsias que pode ter, a gente não olha os debates eleitorais”, acrescentou o ministro.
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