Morte de Orelha: ministra Marina Silva lamenta caso e cobra proteção aos animais
Caso de cãozinho comunitário é lembrado no Dia da Proclamação dos Direitos dos Animais

A ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, se manifestou nesta terça-feira (27) sobre a morte do cachorro comunitário conhecido como Orelha, em Florianópolis. A declaração foi publicada nas redes sociais no Dia da Proclamação dos Direitos dos Animais e classificou o caso como mais um episódio de violência contra animais no país.
“Orelha é mais uma vítima da violência contra os animais no Brasil”, escreveu a ministra, ao afirmar que falava “com o coração apertado” ao lembrar do cão, morto de forma covarde.
O cachorro vivia há cerca de dez anos na Praia Brava, em Florianópolis, e era cuidado por moradores da região. Considerado dócil, ele circulava pela comunidade e fazia parte da rotina de crianças, adultos e turistas que frequentavam o local.
Na mensagem, Marina Silva destacou que o Dia da Proclamação dos Direitos dos Animais remete aos princípios da Declaração Universal dos Direitos dos Animais, que reconhece que os animais são seres sencientes capazes de sentir dor, afeto e pertencimento e que cabe à sociedade garantir sua proteção.
A ministra também citou ações adotadas pelo governo federal na área. Segundo ela, a atual gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva estruturou o Departamento de Proteção, Defesa e Direitos Animais no Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima, além de fortalecer políticas voltadas ao manejo populacional ético de cães e gatos e à guarda responsável.
Entre as iniciativas mencionadas está o SinPatinhas, sistema nacional criado para dar visibilidade aos animais domésticos e subsidiar políticas públicas com base em dados. “Só se consegue proteger adequadamente aquilo que se conhece”, afirmou a ministra ao defender ações orientadas por evidências.
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