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Motta aguarda envio de propostas de arrecadação pela Fazenda, com expectativa de cortes de despesas

Presidente citou prazo ‘apertado’ para LDO e disse que relação entre Congresso e Planalto ‘pode melhorar’

Brasília|Lis Cappi, do R7, em Brasília

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Hugo Motta aguarda projetos da Fazenda para compensar contas de 2026.
  • A votação da LDO foi adiada para encontrar alternativas de arrecadação.
  • O governo busca ordenar R$ 35 bilhões, considerando cortes de gastos e aumento de impostos.
  • Motta acredita que a relação entre o Congresso e o Planalto "pode melhorar".

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

O presidente da Câmara, Hugo Motta, citou espera por propostas da Fazenda ligadas a arrecadação Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados - 21.10.2025

O presidente da Câmara, deputado Hugo Motta (Republicanos-PB), disse nesta quarta-feira (22) que as negociações dentro da Câmara para avaliar alternativas indicadas pela Fazenda para compensar as contas de 2026 dependem do envio dos projetos ao Congresso.

“Estamos aguardando chegar para ver o texto, qual vai ser, para a partir daí a gente deliberar com os líderes como que nós vamos proceder”, disse, ao ser questionado pela reportagem a respeito da previsão de novas propostas.


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O indicativo também condiciona a votação da LDO (Lei das Diretrizes Orçamentárias), que estava com análise prevista na Comissão Mista de Orçamento, mas foi adiada a pedido do governo para trabalhar alternativas à arrecadação. As mudanças deixaram o calendário com um prazo “apertado”, segundo o presidente.

O Planalto busca uma solução para ordenar R$ 35 bilhões nas contas do próximo ano e, como saída, tem indicado uma busca por corte de gastos, aumento de apostas esportivas e ligadas a impostos, como em relação ao PIS/Cofins.


“Estão falando muito na parte da despesa e a parte do PIS-COFINS. Foi o que foi falando. Não sei se virá mais alguma coisa. Acho que esses pontos não foram tão questionados na medida provisória. Temos que aguardar só a questão política”, indicou Motta.

O presidente da Câmara destacou, ainda, aguardar pelo indicativo ao Congresso, e que considera que a relação entre parlamentares e o Planalto ainda “pode melhorar”. A posição respondeu ao ser questionado por posições recentes do Executivo que taxaram Câmara e Senado como “inimigo do povo”.

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