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Motta defende emendas, e Alcolumbre prega paz em recados ao STF na volta do Congresso

Discursos a favor do diálogo e com defesa de parlamentares marcam volta do Legislativo em 2026

Brasília|Lis Cappi, do R7, em Brasília

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Retorno do Congresso trouxe discursos em defesa da harmonia entre Poderes.
  • Hugo Motta defende a atribuição de emendas parlamentares, rebatendo críticas sobre o orçamento.
  • Davi Alcolumbre prega paz e diálogo, reafirmando a independência do Congresso.
  • Ambos salientaram a importância do respeito mútuo entre os Poderes para a estabilidade do país.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Alcolumbre e Hugo Motta discursaram na volta do Congresso em 2026
Alcolumbre e Hugo Motta discursaram na volta do Congresso em 2026 Marcos Oliveira/Agência Senado - 02.02.2026

A volta do Congresso, nesta segunda-feira (2), contou com discursos de defesa entre Poderes, mas com posições que marcam a atuação de parlamentares e com recados ao STF (Supremo Tribunal Federal).

O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), defendeu a atribuição de parlamentares para o envio de emendas. Enquanto o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), pregou “paz” entre Poderes, mas disse que isso não significaria algum tipo de omissão.


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Motta exaltou o trabalho de parlamentares junto a votações de propostas de interesses do país e lembrou que o envio de emendas parlamentares são previstos na Constituição.

“Cabe a este plenário, soberano e independente, perseguir esse caminho dia e noite, com votações de propostas de interesse do país. E fazer valer a prerrogativa constitucional do Congresso de destinar as emendas parlamentares aos rincões Brasil afora, que, na maioria das vezes, não estão aos olhos do Poder Público”, afirmou.


A posição do presidente da Câmara vem poucos dias após a ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet, afirmar que o Congresso “sequestrou” o Orçamento do país. Motta rebateu essa declaração e voltou a marcar posição em favor do envio de recursos por decisão parlamentar.

Alcolumbre: paz não é omissão

O presidente do Senado, por sua vez, saiu em defesa da harmonia entre Poderes e pregou a paz no país. “Faço um apelo ao país: precisamos, mais do que nunca, de diálogo, de bom senso e de paz”, disse.


Apesar do aceno, o senador amapaense marcou posição em favor das prerrogativas de cada Poder e afirmou que defender a paz não representa omissão.

“É preciso afirmar com absoluta clareza: defender a paz nunca foi, e nunca será, sinônimo de omissão. Nosso desejo de paz não significa que tenhamos medo da luta”, pontuou.


Sem mencionar diretamente o Palácio do Planalto ou o STF (Supremo Tribunal Federal), Alcolumbre disse que o Congresso cumprirá suas funções com independência.

“Cada Poder tem sua função. Cada Poder tem seu papel. É do respeito mútuo entre eles que nasce a estabilidade de que o Brasil precisa”, defendeu.

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