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O que acontece se Messias não for aprovado no Senado? Professora explica passos da sabatina

Indicado do presidente Lula vai passar pelo crivo de senadores no dia 10 de dezembro em meio a tensões entre Executivo e Legislativo

Brasília|Do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A sabatina de Jorge Messias, indicado por Lula para o STF, ocorrerá no dia 10 de dezembro.
  • Messias precisa do apoio de 41 senadores para ser aprovado.
  • A professora Lilian Cazorla destaca que apenas cinco indicados não foram aprovados na história do Brasil.
  • Caso Messias não seja aprovado, o presidente terá que indicar outro nome, o que pode gerar mais tensões políticas.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União–AP), marcou para o dia 10 de dezembro a sabatina de Jorge Messias para a vaga no STF (Supremo Tribunal Federal). A indicação do advogado-geral da União para a vaga antes ocupada por Luís Roberto Barroso foi feita pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, na última quinta-feira (20), e gerou um mal-estar com o líder da Casa, que apoiava a indicação de Rodrigo Pacheco (PSD–MG).

Para chegar ao STF, o indicado de Lula precisa ser aprovado na sabatina na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do Senado, além do apoio de 41 dos 81 senadores no Plenário. Na história do país, apenas cinco indicados ao cargo não foram aprovados pelos senadores.


Além de aprovação da CCJ, Messias necessita do apoio de 41 dos 81 parlamentares do Senado para ser aprovado Reprodução/ Record News

Apesar desse histórico de recusas, a professora de direito constitucional Lilian Cazorla aponta que esses casos não são presentes na história recente, com todos ocorridos no início da República e em momentos pontuais. No entanto, em caso de recusa de Messias, a professora explica que o presidente precisaria apontar outro nome, mas tal situação poderia gerar mais desgastes políticos entre os Poderes.

“Já se ventila, já se fala sobre as consequências, que outro nome seria, enfim, os próprios senadores levam esse assunto com cautela, não somente para não abrir um embate em relação ao Executivo, mas também por outras razões, por não ser conhecido uma segunda possibilidade de nome”, explica Lilian em entrevista ao Conexão Record News desta sexta-feira (28).

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