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Oposição pedirá mais tempo para analisar marco fiscal e votação deve ser adiada para quarta

Senador Omar Aziz, relator da proposta, apresenta o parecer em comissão com mudanças em relação ao texto da Câmara

Brasília|Bruna Lima, do R7, em Brasília

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Oposição quer deixar votação para esta quarta (21)
Oposição quer deixar votação para esta quarta (21) Foto: Bruna Lima/ R7

A oposição no Senado vai entrar com pedido de vista, ou seja, mais tempo para analisar o texto do marco fiscal, conforme antecipou à reportagem o líder da oposição, senador Rogério Marinho (PL-RN). O relatório com o parecer do senador Omar Aziz (PSD-AM) será lido nesta terça-feira (20) na Comissão de Assuntos Econômicos. Parlamentares da oposição vão apresentar emendas e, se não forem acatadas, a orientação da bancada é votar contra o projeto.

"Óbvio, vai ter", respondeu Marinho ao R7. O senador ainda afirmou que esta é uma vontade de vários senadores, mas não antecipou se ele vai encabeçar o pedido. 


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Mesmo com o adiamento da votação, que estava sendo articulada pela base do governo para ocorrer já nesta terça-feira, a expectativa é que o tema volte à pauta já na quarta-feira (21) para ser votado na CAE e, em seguida, ir para análise no plenário do Senado no mesmo dia. 

O texto

Existem quase 70 sugestões de mudanças ao texto que veio da Câmara protocoladas pelos senadores. Mas no relatório Aziz acatou três alterações: retirar do limite de gastos o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb) e o Fundo Constitucional do Distrito Federal, além das despesas com Ciência, Tecnologia e Inovação. Ele recuou, no entanto, da mudança no cálculo do índice de preços no consumidor (IPCA). 

Após passar pela CAE, o projeto vai ao plenário do Senado. O presidente da Casa, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), afirmou que acatará pedido de urgência para levar o tema ao plenário no mesmo dia. "Apreciado na comissão, vamos levar diretamente ao plenário, porque é muito importante o Senado aprovar rapidamente o arcabouço fiscal e cumprir essa etapa, que é muito importante para o Brasil", disse.

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