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Padilha critica sanção dos EUA após cancelamento de vistos da esposa e da filha

Além dos familiares de Padilha, também foram atingidos outros integrantes da pasta da Saúde

Brasília|Victoria Lacerda, do R7, em Brasília

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, criticou o cancelamento dos vistos de sua esposa e filha pelos EUA.
  • Padilha afirma que a revogação não o intimidará e está relacionada a críticas ao governo Trump.
  • A medida do Departamento de Estado dos EUA afeta também outros funcionários brasileiros do programa Mais Médicos.
  • Os EUA alegam que os punidos participaram de um esquema de exportação coercitiva de mão de obra cubana.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Padilha critica sanção dos EUA após cancelamento de vistos
Padilha critica sanção dos EUA após cancelamento de vistos João Risi / MS - 12/08/2025

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, afirmou nesta sexta-feira (15) que o cancelamento dos vistos de sua esposa e de sua filha de 10 anos pelos Estados Unidos não o “intimidará”.

“[A revogação dos vistos] não tem nada a ver com o Mais Médicos. Tem a ver com a tentativa de intimidar quem não abaixa a cabeça para Trump [presidente dos EUA], quem não bate continência para a bandeira dos Estados Unidos”, declarou Padilha.


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Na última quarta-feira (13), o Departamento de Estado dos EUA anunciou a revogação de vistos de funcionários públicos brasileiros ligados ao programa Mais Médicos. Embora Padilha seja um dos alvos da medida, sua autorização de entrada no país não foi atingida porque seu visto está vencido desde 2024.

A esposa e a filha de 10 anos foram notificadas pelo Consulado-Geral dos EUA em São Paulo de que não eram mais “elegíveis” para manter o documento.


A medida faz parte de uma série de sanções aplicadas pelo governo norte-americano após críticas do presidente Donald Trump ao programa Mais Médicos. Além dos familiares de Padilha, também foram atingidos outros integrantes da pasta da Saúde.

Entre eles estão o secretário de Atenção Especializada à Saúde, Mozart Julio Tabosa Sales, e o ex-assessor Alberto Kleiman, que trabalhou no ministério entre 2012 e 2015 e, posteriormente, na Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) até 2022.


De acordo com o governo dos EUA, os punidos teriam participado de um esquema de exportação coercitiva de mão de obra do regime cubano por meio do programa Mais Médicos.

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