PF decide afastar Eduardo Bolsonaro do cargo de escrivão
Medida cautelar foi publicada em boletim interno e prevê a entrega da arma institucional e da carteira funcional
Brasília|Mariana Saraiva, do R7, em Brasília
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A PF (Polícia Federal) decidiu afastar preventivamente o escrivão Eduardo Bolsonaro do exercício do cargo no Rio de Janeiro. A medida foi formalizada por meio de portaria assinada pelo corregedor regional da corporação no estado e publicada no Boletim de Serviço no dia 10 de fevereiro.
O afastamento ocorre no âmbito de um PAD (Processo Administrativo Disciplinar), instaurado para apurar condutas atribuídas ao servidor. A decisão vale até a conclusão do procedimento interno.
De acordo com a portaria, além de ser afastado das funções, o escrivão deverá entregar a carteira funcional e a arma de fogo institucional ao chefe imediato no prazo de cinco dias úteis, salvo eventual decisão em contrário da autoridade responsável pelo caso.
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O documento também determina que Eduardo mantenha seus dados cadastrais atualizados junto à Comissão Permanente de Disciplina e informe previamente caso precise se ausentar do domicílio.
O afastamento é uma medida cautelar administrativa e não representa, por si só, punição definitiva. A eventual aplicação de sanção dependerá do resultado do processo disciplinar, que segue em tramitação.
Eduardo Bolsonaro faz parte do quadro da Polícia Federal desde 2010. Ele ingressou na corporação por meio de concurso público para o cargo de escrivão e exerceu a função até 2015, quando se afastou para assumir o mandato de deputado federal.
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