PF faz operação contra grupo que explorava rotas fluviais para tráfico de drogas no Amazonas
Policiais federais cumpriram quatro mandados de prisão preventiva e cinco de busca e apreensão em endereços ligados aos suspeitos
Brasília|Giovana Cardoso, do R7, em Brasília

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A PF (Polícia Federal) cumpriu quatro mandados de prisão preventiva, nesta terça-feira (20), contra um grupo suspeito de traficar drogas e lavar dinheiro no Amazonas. Os integrantes da quadrilha teriam atuado por meio de vias fluviais para comercializar cocaína e maconha, bem como usado “mecanismos de cooptação regional” para movimentar as substâncias.
Os investigadores ainda cumpriram cinco mandados judiciais de busca e apreensão em endereços ligados a suspeitos. No esquema criminoso, a quadrilha exercia diferentes funções, desde a negociação de entorpecentes e a coordenação de logística até o fornecimento de drogas e o uso de empresas de fachada para mascarar as atividades ilícitas.
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A força-tarefa ocorreu como desdobramento da Operação Linhagem, iniciada em 2023. Os policiais federais ainda apreenderam equipamentos eletrônicos, mídias digitais e documentos, os quais serão submetidos a análise pericial.
Durante as investigações, os policiais descobriram a existência de uma ramificação autônoma da organização criminosa voltada para o tráfico de drogas, associação para o tráfico e lavagem de dinheiro com atuação nos municípios amazonenses de Manaus, Santo Antônio do Içá e Tonantins.
Contrabando de vinhos uruguaios no Rio Grande do Sul
Na última quinta-feira (15), a PF cumpriu oito mandados de busca e apreensão contra um grupo especializado no desvio de vinhos uruguaios de alto valor comercial.
O esquema usava a fronteira entre a cidade de Rivera, no Uruguai, e o município de Santana do Livramento (RS) como principal rota logística e financeira para a entrada irregular de bebidas no país.
O cumprimento das medidas judiciais ocorreu na cidade gaúcha e em São Paulo (SP). A Polícia Federal também sequestrou imóveis e veículos e bloqueou mais de R$ 220 milhões em valores das contas bancárias dos investigados.
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