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PF prende quadrilha suspeita de lavar dinheiro com criptoativos e enviar milhões para o exterior

Força-tarefa decorreu de investigações no âmbito da Operação Narco Bet, deflagrada pela Polícia Federal em outubro de 2025

Brasília|Thaynara Lima, do R7, em Brasília*

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A Polícia Federal prendeu uma quadrilha suspeita de lavar dinheiro com criptoativos.
  • A operação, chamada Narco Azimut, é uma extensão da investigação da operação Narco Bet.
  • Foram cumpridos sete mandados de prisão e busca em várias cidades de São Paulo, além de Goiânia e Armação de Búzios.
  • Os suspeitos enfrentam acusações de associação criminosa, lavagem de dinheiro e evasão de divisas.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Cumprimento de mandados judiciais da Operação Narco Azimut ocorreu em SP, no RJ e em GO PF/Divulgação - 21.01.2026

A PF (Polícia Federal) cumpriu, nesta quarta-feira (21), sete mandados de prisão temporária e de busca e apreensão contra uma quadrilha suspeita de movimentar milhões por meio de um esquema de lavagem de dinheiro com criptoativos.

As investigação revelou que os envolvidos contavam com apoio de empresários e empresas para fazer transferências bancárias, transportar valores em espécie pelo país e efetuar repasses milionários.


A força-tarefa, batizada como Narco Azimut, decorreu das apurações no âmbito da Operação Narco Bet, deflagrada em outubro último.

À época, os investigadores revelaram o esquema de uma associação criminosa que movimentou mais de R$ 39 milhões por meio de transferências bancárias e de criptoativos, tanto no Brasil quanto no exterior.


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A operação desta quarta-feira (21) ocorreu nas cidades de Santos (SP), Ferraz de Vasconcelos (SP), São Bernardo do Campo (SP), São José dos Campos (SP), Goiânia (GO) e Armação de Búzios (RJ).

Durante as ação, os policiais apreenderam veículos, dinheiro em espécie, documentos e equipamentos eletrônicos. As ordens de prisão temporária e para as buscas partiram da 5ª Vara Federal de Santos (SP).


Agora, os suspeitos estão proibidos de fazer novas movimentações empresariais ou transferências de bens e imóveis obtidos como produto dos crimes investigados.

As apurações continuam, e os envolvidos podem responder pelos crimes de associação criminosa, lavagem de dinheiro e evasão de divisas.


*Estagiária do R7, sob supervisão de Jéssica Eufrásio, editora de texto

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