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PGR se manifesta a favor de prisão domiciliar para Bolsonaro

No sábado, hospital no qual ex-presidente está internado informou ao Supremo que paciente não tem sinais de infecção generalizada

Brasília|Gabriela Coelho, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A Procuradoria-Geral da República apoia a prisão domiciliar para Jair Bolsonaro.
  • O estado de saúde do ex-presidente requer monitoramento contínuo em ambiente familiar.
  • Hospital informa que Bolsonaro apresenta melhora clínica e não tem sinais de sepse.
  • Bolsonaro seguirá com tratamento e monitoramento por 7 a 14 dias, dependendo da evolução.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Procurador-Geral da República considerou estar demonstrado que saúde de Jair Bolsonaro (PL) demanda a atenção Antonio Augusto/STF - 25.03.2025

A PGR (Procuradoria-Geral da República) enviou ao STF (Supremo Tribunal Federal) uma manifestação na qual defende a prisão domiciliar para o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Agora, o relator do processo, ministro Alexandre de Moraes, vai decidir o caso.

A PGR considerou estar demonstrado que a de saúde de Bolsonaro demanda atenção “constante e atenta”, algo que o ambiente familiar, mas não o sistema prisional, está apto a propiciar.


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“Está positivada a necessidade da prisão domiciliar, ensejadora dos cuidados indispensáveis ao monitoramento, em tempo integral, do estado de saúde do ex-presidente, que se acha, comprovadamente, sujeito a súbitas e imprevisíveis alterações perniciosas de um momento para o outro”, afirmou o procurador-Geral da República, Paulo Gonet.

Nesta semana, o hospital particular DF Star, onde Jair Bolsonaro está internado desde 13 de março, informou ao STF que o ex-presidente não apresenta sinais de infecção generalizada nem de instabilidade e que apresenta recuperação progressiva.


Ainda segundo o relatório hospitalar, a situação atual do paciente é de melhora clínica e radiológica da pneumonia, com “estabilidade hemodinâmica”; suspensão do uso de oxigênio; diminuição da sensação de falta de ar; normalização dos biomarcadores inflamatórios; e diminuição do quadro de cansaço.

Entretanto, Bolsonaro continua a fazer tratamento com antibióticos e deve permanecer sob monitoramento clínico por período de sete a 14 dias, a princípio.

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