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Piloto que espancou jovem em Brasília vira réu por homicídio doloso

Rodrigo Castanheira, de 16 anos, passou duas semanas internado em uma UTI e morreu no último sábado

Brasília|Da Agência Brasil

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O piloto Pedro Turra, de 19 anos, foi tornado réu por homicídio doloso após a morte de Rodrigo Castanheira, de 16 anos.
  • A agressão ocorreu em janeiro, em um desentendimento, e levou a vítima a passar duas semanas em UTI antes de falecer.
  • A Justiça manteve a prisão preventiva de Turra, considerando a gravidade dos atos e o risco de interferência nas investigações.
  • A Polícia Civil indicou que a briga foi premeditada e teve o apoio de amigos do piloto.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Morte de adolescente em briga gera nova fase no processo contra ex-piloto Pedro Turra Reprodução/RECORD

A Justiça do Distrito Federal decidiu nesta sexta-feira (13) tornar réu o piloto de automobilismo Pedro Turra, de 19 anos. Com a decisão, Turra vai responder pelo crime de homicídio doloso. Ele está preso preventivamente no presídio da Papuda, em Brasília.

A reportagem entrou em contato com a defesa de Turra e aguarda retorno.


Pedro Turra foi denunciado pelo Ministério Público sob a acusação de provocar a morte de Rodrigo Castanheira, um adolescente de 16 anos. A briga na qual Turra deu um soco no rosto do jovem, ocorreu em janeiro. O jovem passou duas semanas internado em uma UTI (unidade de terapia intensiva) e morreu no último sábado (7).

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No início das investigações, a Polícia Civil afirmou que a agressão ocorreu em função de um desentendimento por causa de um chiclete arremessado em um amigo da vítima. No decorrer da apuração, os policiais apontaram que briga foi premeditada e contou com a ajuda de amigos do piloto.


Na decisão em que aceitou a denúncia, o juiz André Silva Ribeiro entendeu que a denúncia do MP expôs os fatos criminosos de forma “clara e precisa. Além disso, o juiz manteve a prisão do piloto.

“A gravidade concreta dos fatos, a reiteração das condutas violentas e os riscos concretos de interferência probatória exigem resposta cautelar mais rigorosa”, afirmou.

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