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Polícia do DF prende suspeitos de matar ex-namoradas nesta quinta

Prisões ocorreram no mesmo dia em que Letícia Barbosa, 29 anos, e Rayane Ferreira, 18, foram achadas mortas; um deles confessou

Brasília|Do R7, em Brasília


17ª Delegacia de Polícia (Taguatinga Norte), unidade responsável pela investigação dos casos
17ª Delegacia de Polícia (Taguatinga Norte), unidade responsável pela investigação dos casos

Os dois suspeitos de terem matado as ex-namoradas foram presos pela Polícia Civil do Distrito Federal nesta quinta-feira (2), mesmo dia em que as mulheres foram encontradas mortas. Os corpos de Letícia Barbosa, de 29 anos, e de Rayane Ferreira, 18, estavam no Setor de Indústria Gráfica de Taguatinga e no Riacho Fundo II, respectivamente.

O homem suspeito de ter matado Letícia foi localizado em um hotel de Taguatinga e confessou o crime. Ela foi encontrada morta no banheiro de casa com lesões e sinais de espancamento. Em setembro de 2022, a vítima denunciou o ex-namorado à polícia por ameaça e agressão.

Já o suspeito da morte de Rayane foi preso em Luziânia, município goiano no Entorno do Distrito Federal. A jovem também foi encontrada em casa com sinais de agressão e enforcamento.

De acordo com a polícia, o homem fugiu do local com o filho do casal e deixou a criança com o avô paterno, em Ceilândia. O menino não apresentava sinais de agressão. O caso é investigado pela 17ª Delegacia de Polícia.

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Feminicídios no DF

O Distrito Federal registrou oito casos de feminicídio entre 1º de janeiro e 2 de março de 2023. Das vítimas, quatro moravam em Ceilândia e o restante no Park Way, Gama, Taguatinga e Riacho Fundo.

Dados da Secretaria de Segurança do DF mostram que a capital contabiliza 280 órfãos de mães assassinadas pelo companheiro entre 2015 e 2022, uma média de mais de três casos de feminicídio por mês.

Nesta quinta-feira (2), o Governo do Distrito Federal criou uma força-tarefa voltada à prevenção do feminicídio, proteção e eliminação da violência e discriminação contra mulheres. O grupo é composto de 11 secretarias e terá 45 dias para criar medidas e campanhas de combate à violência contra a mulher.

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