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Polícia prende duas pessoas envolvidas com grupo que aplicou mais de 40 golpes no DF

Policiais cumpriram na manhã desta terça-feira 14 mandados de busca e apreensão em diversos endereços da capital

Brasília|Do R7, em Brasília

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PCDF, grupo criminoso, golpes
14 mandados de busca e apreensão foram cumpridas PCDF/Divulgação - 13.08.

A Polícia Civil do Distrito Federal cumpriu na manhã desta terça-feira (13) dois mandados de prisão temporária contra um grupo suspeito de aplicar mais de 40 golpes em moradores de Sobradinho. O caso é investigado pela 35ª Delegacia de Polícia (Sobradinho II). Os mandados foram cumpridos na segunda fase da Operação Suor Sagrado que cumpriu 14 mandados de busca e apreensão.

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As investigações revelaram que o grupo criminoso utilizava esquemas complexos para enganar as vítimas e obter grandes quantias de dinheiro. Os investigados adquiriam diversos equipamentos eletrônicos de origem criminosa com o dinheiro obtido com os golpes. O grupo atuava com falsos investimentos com promessas de rendimentos de 7% ao mês, financiava veículos sem o conhecimento dos donos dos carros, compravam produtos eletrônicos com comprovantes falsos de pagamento e realizavam compras simuladas em máquinas de cartão para conseguir os valores das operadoras de cartão de crédito.

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Os fornecedores que vendiam esses equipamentos também são investigados, suspeitos de participar de esquema de lavagem de dinheiro. Os produtos eram vendidos no mercado paralelo, permitindo que os criminosos lavassem o dinheiro dos golpes.

Segundo o delegado-chefe da 35ª DP, Ricardo Viana, o grupo tinha uma estrutura complexa e atuava de forma organizada. “A segunda fase da operação teve como objetivo desmantelar essa estrutura e recuperar os bens adquiridos com o produto do crime. Alguns dos alvos são parte de um esquema maior de descaminho e contrabando, que já remeteu mais de um bilhão de reais para o exterior, por meio da aquisição de eletrônicos ilegais”, detalha.

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A primeira fase da operação foi cumprida em abril e a polícia identificou, na época, que o grupo tinha movimentado mais de R$ 8 milhões em golpes.


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