Brasília Polícia prende homem que matou colega de trabalho após discussão

Polícia prende homem que matou colega de trabalho após discussão

Crime ocorreu em uma loja de materiais de construção, em Taguatinga, no início do mês; vítima foi morta a tiros 

  • Brasília | Pedro Canguçu, da Record TV

Suspeito estava escondido em um barraco improvisado em Samambaia

Suspeito estava escondido em um barraco improvisado em Samambaia

Divulgação/PCDF

A Polícia Civil do Distrito Federal prendeu preventivamente, na terça-feira (9), Thales Costa do Amaral, 25 anos, suspeito de matar Diogo Reis Pereira, 35, após uma discussão no depósito em que os dois trabalhavam em uma loja de construção, em Taguatinga.  O crime ocorreu no dia 3 de agosto. 

Thales estava foragido desde o dia do assassinato e foi detido em Samambaia, em um barraco improvisado. Segundo a polícia, ele tem passagem por tentativa de homicídio, porte de arma e formação de quadrilha. Ao ser preso e levado para a delegacia, ele permaneceu calado por orientação do advogado, de acordo com a polícia.

O crime

O crime ocorreu na manhã de 3 de agosto no depósito de uma loja de material de construção em Taguatinga. A ação foi registrada por câmeras de segurança. Os dois eram ajudantes de carga. Segundo testemunhas, Thales e Diogo começaram a discutir após a vítima esbarrar barras de ferro nas costas do suspeito.

O pai do Diogo chegou a participar da discussão.  Depois de algum tempo, o suspeito e outro trabalhador saíram do local para terminarem o carregamento em outra parte do depósito.  Ainda de acordo com as testemunhas, Diogo teria provocado o suspeito, dizendo que iriam continuar a discussão fora do depósito.

Depois de alguns minutos, Diogo desceu do caminhão que trabalhava e os dois se encontraram. Thales, então, puxou uma arma da cintura e disparou quatro vezes na vítima. Em seguida, pegou uma jaqueta e fugiu do local.

O Corpo de Bombeiros chegou a ser acionado, mas a vítima morreu ainda no local. Thales deve responder pelo crime de homicídio, que tem pena de até 30 anos de prisão.

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