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Prisão domiciliar temporária para Bolsonaro é ‘singularmente inovadora’, diz defesa

Defesa afirma que quadro de saúde do ex-presidente exige cuidados permanentes

Brasília|Do Estadão Conteúdo

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A defesa de Jair Bolsonaro considera a prisão domiciliar temporária de 90 dias uma medida "singularmente inovadora".
  • O advogado argumenta que as condições de saúde do ex-presidente demandam cuidados permanentes.
  • A transferência para prisão domiciliar foi autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes após cinco pedidos sucessivos.
  • A decisão levou em consideração a saúde debilitada de Bolsonaro, incluindo um diagnóstico recente de pneumonia dupla.

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Moraes concedeu prisão domiciliar a Bolsonaro por 90 dias Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil- 14.09.2025

O advogado Paulo Amador da Cunha Bueno, que integra a equipe de defesa de Jair Bolsonaro, disse nesta terça (24) que a prisão domiciliar temporária de 90 dias concedida ao ex-presidente é “singularmente inovadora”.

Para ele, “não se pode perder de vista que, lamentavelmente, as condições e necessidades especiais que o presidente demanda, são permanentes e esse nível de cuidados, portanto, serão demandados por toda vida”.


Logo após o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes autorizar a transferência de Bolsonaro da Papudinha para casa pelo prazo de 90 dias, Bueno se manifestou nas redes sociais. Ele se reportou ao caso do ex-presidente Fernando Collor de Mello, que também cumpre prisão domiciliar.

“Ao deferir a custódia domiciliar restabelece-se a coerência jurisprudencial da corte que, como tenho denunciado em todos os pedidos, fez ao presidente Collor de Mello a mesma concessão, lastreada, é bem de se ver, em um quadro médico muito menos gravoso do que o ora apresentado pelo presidente Bolsonaro”, escreveu Bueno.


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O advogado também destacou que a decisão foi tomada após sucessivos pedidos da defesa. Segundo ele, Moraes deferiu a medida “só e somente após a sequência de cinco pedidos”. Bueno acrescentou que o ministro “finalmente considerou a saúde debilitada que o presidente apresenta, consequência do atentado à faca sofrido em 2018, durante a campanha eleitoral à Presidência”.

Bueno afirmou ainda que “a última intercorrência médica teve o diagnóstico de pneumonia dupla decorrente de broncoaspiração, situação clinicamente grave e cuja ocorrência já havia sido vaticinada por sua equipe médica em recente relatório, apontando, inclusive, risco de óbito”.

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