Relação com o Brasil é ponto-chave para preservar hegemonia dos EUA, diz economista
Lula e Donald Trump têm encontro marcado para o próximo domingo (26) na Malásia; Casa Branca ainda não confirmou data
Brasília|Do R7
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O encontro entre Lula e Donald Trump foi agendado pelas comitivas do Brasil e dos Estados Unidos para o próximo domingo (26). A reunião, aguardada desde o primeiro contato entre os presidentes na Assembleia da ONU, deve acontecer na Malásia, aproveitando a viagem de Lula ao continente asiático.
No entanto, a postura dos diplomatas brasileiros com relação ao encontro é de cautela, já que os Estados Unidos ainda não confirmam a data oficialmente. A conversa indica a disposição de ambos os lados para negociar as tarifas de 50% impostas pelo governo americano a produtos brasileiros.

Em entrevista ao Conexão Record News desta quarta-feira (22), o economista Miguel Daoud vê com otimismo o encontro entre os líderes, que adotaram tom amistoso nas últimas semanas. “O que eu imagino é que vai ser tirada a tarifa de 40% adicional, e o Brasil deve assumir alguns compromissos em relação às demandas dos Estados Unidos aqui na América Latina”, analisa.
O tratamento positivo do presidente americano em relação ao Brasil está diretamente relacionado ao crescimento das tensões entre o país americano e a China. “O Brasil tem muita coisa que pode oferecer aos Estados Unidos, que a China vem limitando. Então, se o Trump quer realmente preservar hegemonia econômica e política dos Estados Unidos, ele não pode afastar países como o Brasil”, conclui o economista.
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