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Saiba os próximos passos da condenação definitiva de Bolsonaro por trama golpista

Ex-presidente já começou a cumprir a pena de 27 anos e 3 meses de prisão e passa por audiência de custódia nesta quarta

Brasília|Do R7, em Brasília

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro por trama golpista é definitiva, sem recursos cabíveis.
  • Bolsonaro está cumprindo pena de 27 anos e 3 meses de prisão na superintendência da Polícia Federal em Brasília.
  • Audiências de custódia serão realizadas nesta quarta-feira para análise da legalidade da prisão e condições de custódia.
  • A apresentação ao Judiciário é obrigatória e permite avaliar a necessidade de medidas cautelares e alternativas ao encarceramento.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Bolsonaro está preso na sede da PF desde sábado Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil - 14.09.2025

Com a declaração do trânsito em julgado da condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) pela trama golpista, não há mais recursos cabíveis contra a sentença. Com isso, está formalmente aberta a fase de execução da pena — de 27 anos e três meses de prisão.

A decisão dessa terça-feira (25) partiu do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes, relator do caso, e foi referendada pela Primeira Turma.


Bolsonaro cumpre a pena na superintendência da Polícia Federal (PF) em Brasília (DF), onde está preso desde o último sábado.

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Por se tratar de pena superior a oito anos, a lei determina que o início seja em regime fechado, regra que se aplica a Bolsonaro.


O ministro marcou para esta quarta-feira (26) as audiências de custódia de Bolsonaro e dos demais condenados pela trama golpista.

As audiências, normalmente realizadas no dia seguinte à decisão, são etapas obrigatórias no início da execução penal.


Cada condenado deve ser apresentado a um juiz para análise da legalidade da prisão, das condições de custódia e da necessidade de medidas cautelares. Participam também representantes do Ministério Público e da defesa.

A apresentação imediata ao Judiciário permite examinar a legalidade da prisão, a necessidade de manter a custódia e eventuais relatos de maus-tratos ou irregularidades.


Também permite avaliar alternativas ao encarceramento, quando cabíveis.

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