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Saúde reconhece que será necessário construir 138 postos de atendimento no DF

Pasta que é preciso ampliar de 27% para 80% a cobertura da rede básica de saúde

Brasília|Do R7

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No ano passado, 150 mil pacientes que procuraram a emergência do Hospital de Ceilândia não tinham situação grave
No ano passado, 150 mil pacientes que procuraram a emergência do Hospital de Ceilândia não tinham situação grave

A Secretaria de Saúde do Distrito Federal aponta a necessidade de construção de 138 postos de saúde para desafogar o atendimento nas emergências dos hospitais. O aumento da cobertura da atenção precisa passar de 27% para 80%. A pasta diz, no entanto, que as medidas devem ser tomadas após a implantação de um sistema de agenda aberta para marcação do consultas. 

Uma Pesquisa da Associação Brasileira de Medicina de Emergência mostra que 60% das pessoas que vão a prontos-socorros poderiam ser atendidas em postos de saúde ou em consultas de rotina.


No ano passado, 150 mil pacientes que procuraram a emergência do Hospital de Ceilândia não tinham situação grave. Apenas 606 apresentavam quadro para atendimento urgente. No HMIB (Hospital Materno-Infantil) 2.425 pacientes apresentavam situação simples e 2.304 tinham situações graves e intermediárias.

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Relatório do TCDF aponta que Saúde tem 422 médicos em cargos administrativos


Uma auditoria realizada pelo TCDF (Tribunal de Contas do Distrito Federal) para avaliar a qualidade do atendimento nas Unidades Básicas de Saúde do DF, entre julho e outubro de 2014, mostrou diversos problemas de gestão que afetam a qualidade dos serviços oferecidos. 

Um dos exemplos é a fila de espera por consultas que passa de dois anos e meio, dependendo da especialidade. O número excessivo de profissionais de saúde em cargos administrativos também chama atenção. Segundo o TCDF, são 1.528. Desses, 442 são médicos, como cirurgiões, anestesistas e oncologistas.

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