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‘Se isso não for terrorismo, não sei o que é’, declara Guilherme Derrite sobre facções no Brasil

Em entrevista ao ‘Link News’, deputado também declarou que único motivo por trás de possível veto de Lula ao PL Antifacção seria político

Brasília|Do R7, com RECORD NEWS

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Guilherme Derrite, deputado federal, critica a atuação de facções criminosas no Brasil.
  • É relator do PL antifacção e acredita que um veto de Lula seria motivado politicamente.
  • Defende que organizações criminosas merecem a classificação de terrorismo, citando o Comando Vermelho.
  • Rechaça a ideia de uma possível intervenção militar dos EUA, enfatizando a importância da cooperação internacional.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

O deputado federal e ex-secretário de segurança pública de Tárcisio de Freitas, Guilherme Derrite, do Partido Progressistas, concedeu uma entrevista exclusiva ao novo Link News, nesta segunda (23). Na primeira parte da conversa, ele comentou os desafios do combate ao crime organizado no país.

Ele foi questionado sobre a possibilidade de o presidente Luiz Inácio Lula da Silva vetar o PL Antifacção, do qual Derrite foi relator. O político construiu seu argumento a partir das reações à megaoperação no Rio de Janeiro em 2025: “A população não aguenta mais, eram criminosos armados. Achavam que aquilo seria ruim, mas não foi. A maioria da população que vive nas comunidades aprovou. [...] Só existe uma razão para que haja veto, que é uma razão política”.


O deputado também abordou a possibilidade de as organizações criminosas serem classificadas como terroristas pelos Estados Unidos e afirmou que apoiaria tal decisão, uma vez que facções como o Comando Vermelho criaram um Estado paralelo dentro das comunidades. “Se isso não for terrorismo, não sei o que é [...] A gente tem que fazer a lição de casa e admitir que temos problemas”.

Derrite discorda da suposição de que, caso tal classificação fosse aprovada, possíveis operações dos EUA, semelhantes à que capturou Nicolás Maduro na Venezuela, ocorreriam no Brasil. “Criam essa invenção de que os Estados Unidos invadiriam o país. [...] Essa cooperação internacional é fundamental. [...] O Maduro, ele foi condenado em mais de cinco processos internacionais, que não é o caso do Brasil”.

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