Brasília Sobre morte em abordagem da PRF, Bolsonaro fala em 'justiça sem exageros'

Sobre morte em abordagem da PRF, Bolsonaro fala em 'justiça sem exageros'

Presidente lamentou caso e disse que 'vai ser seguida a lei'; declaração foi feita durante entrevista no Recife nesta segunda

  • Brasília | Rossini Gomes, do R7, em Brasília

Presidente durante uma entrevista no Recife sobre ações para vítimas das chuvas em PE

Presidente durante uma entrevista no Recife sobre ações para vítimas das chuvas em PE

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O presidente Jair Bolsonaro defendeu "justiça sem exageros" na investigação da abordagem de dois agentes da PRF (Polícia Rodoviária Federal) que resultou na morte de Genivaldo de Jesus Santos, 38 anos, em Sergipe, na última quarta-feira (25). A afirmação foi feita durante entrevista no Recife, nesta segunda-feira (30), sobre as ações do governo federal em apoio às vítimas das chuvas em Pernambuco.

Ao comentar o caso, o presidente lembrou e lamentou o episódio no qual um homem em situação de rua tomou a arma e matou dois agentes da instituição em Fortaleza, no Ceará, exatamente uma semana antes, em 18 de maio. "Vai ser seguida a lei", disse. "A gente lamenta o ocorrido nos dois fatos."

Ministro Anderson Torres

Ministro Anderson Torres

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"Não podemos generalizar tudo o que acontece no nosso Brasil. A PRF faz um trabalho excepcional para todos nós, para momentos difíceis. Quando estamos numa pista, geralmente... Geralmente, não, são os primeiros a chegar e proporcionar o conforto", disse o presidente. "A Justiça vai decidir esse caso. E, com toda a certeza, será feita justiça, nós todos queremos isso aí. Sem exageros", finalizou.

Presente na ocasião, o ministro da Justiça e Segurança Pública, Anderson Torres, disse que tanto o processo administrativo, na PRF, quanto o inquérito policial, na Polícia Federal, foram instalados.

"A apuração será a mais breve possível. Enquanto não houver a finalização desses procedimentos, não há o que se dizer, não há o que se falar. O que tinha que ser feito pelo Estado já foi feito, e agora é aguardar a finalização", disse o ministro.

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