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STJ abre investigação contra ministro acusado de cometer importunação sexual

Jovem que denunciou Marco Aurélio Buzzi é filha de casal de amigos dele e o acusa de tentar agarrá-la durante banho de mar, em SC

Brasília|Do R7, em Brasília, com informações da Agência Brasil

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O STJ abriu sindicância para investigar o ministro Marco Aurélio Buzzi, acusado de importunação sexual.
  • A jovem de 18 anos, filha de amigos do ministro, alega que ele tentou agarrá-la durante um banho de mar.
  • O caso está sob análise do CNJ e a parte criminal é conduzida pelo STF devido ao foro privilegiado de Buzzi.
  • O ministro nega as acusações e afirma ter sido surpreendido com as insinuações divulgadas.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Jovem de 18 anos passava férias com os pais, amigos de Marco Aurélio Buzzi, em casa litorânea dele Sérgio Amaral/STJ - Arquivo

O STJ (Superior Tribunal de Justiça) abriu, nesta terça-feira (4), uma sindicância interna para apurar uma denúncia de importunação sexual registrada por uma jovem de 18 anos contra o ministro da Corte Marco Aurélio Buzzi. Ele nega a acusação.

A decisão de iniciar a investigação se deu de forma unânime no plenário do STJ. Os ministros Raul Araújo, Isabel Gallotti e Antonio Carlos Ferreira vão compor a comissão responsável por analisar a acusação.


A jovem, filha de um casal de amigos do ministro, acusa Buzzi de tentar agarrá-la durante um banho de mar. O episódio teria ocorrido em janeiro, quando o grupo estava de férias em uma casa litorânea dele, em Balneário Camboriú (SC). A denunciante registrou boletim de ocorrência.

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O caso também tramita no CNJ (Conselho Nacional de Justiça), que analisa eventuais consequências administrativas em caso de confirmação da denúncia. A parte criminal do processo é conduzida pelo ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Kassio Nunes Marques. Por ser integrante do STJ, Buzzi tem foro privilegiado para ser julgado na Suprema Corte, caso se torne réu.


Em nota divulgada à imprensa, a assessoria do ministro divulgou que ele “foi surpreendido com o teor das insinuações divulgadas por um site, as quais não correspondem aos fatos” e que “repudia, nesse sentido, toda e qualquer ilação de que tenha cometido ato impróprio”.

O advogado Daniel Bialski, representante da denunciante e da família dela, disse contar com o “respectivo desfecho perante os órgãos competentes. “Informamos que, neste momento, o mais importante é preservá-los [a jovem e os parentes] diante do gravíssimo ato praticado. Aguardamos rigor nas apurações”, completou.

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