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União e PP defendem Dias Toffoli após tensão sobre o Banco Master: ‘Narrativas caluniosas’

Nota assinada por Ciro Nogueira e Antonio Rueda diz que ataques ao ministro enfraquecem a democracia

Brasília|Luiza Marinho*, do R7, em Brasília

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A Federação União Progressista defende o ministro do STF, Dias Toffoli, após ele se afastar de casos relacionados ao banco Master.
  • Nota critica narrativas caluniosas que visam desestabilizar a imagem do ministro e afirma que a Justiça se fortalece com respeito às instituições.
  • A decisão de Toffoli resultou no sorteio de um novo relator, André Mendonça, para os processos do banco Master.
  • A Polícia Federal investigou documentos que mencionavam Toffoli, mas a Corte concluiu que não havia fundamento para alegar suspeição do ministro.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Dias Toffoli deixou o caso Master nessa quinta-feira (12) Wilton Junior/Estatão Conteúdo - Arquivo

A federação formada pelos partidos União Brasil e PP divulgou uma nota pública nesta sexta-feira (13) em defesa do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Dias Toffoli após ele decidir se afastar de processos relacionados ao Banco Master na corte.

No texto, a federação afirma haver “narrativas que querem colocar a opinião pública contra o ministro” e fala em uma “versão caluniosa” que estaria sendo repetida “sem base sólida”.


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Os partidos também declaram confiança na integridade do magistrado e sustentam que a Justiça se fortalece “quando há equilíbrio e respeito às instituições”.

A nota é assinada pelo presidente do PP, senador Ciro Nogueira (PI), e o presidente do União Brasil, Antonio Rueda.


Controvérsias e novo relator

A manifestação foi feita após Toffoli decidir se afastar de processos que envolvem o Banco Master no STF.

Após a decisão do ministro, o STF realizou o sorteio de um novo relator. O ministro escolhido para assumir os processos foi André Mendonça.


Toffoli abriu mão dos processos durante uma reunião com todos os ministros do Supremo, que discutiram o relatório produzido pela Polícia Federal após perícia no celular de Daniel Vorcaro, proprietário do Banco Master.

De acordo com a corporação, o aparelho continha documentos com citações a Dias Toffoli e a outros ministros do STF.


Com base nesse material, a PF chegou a levantar a possibilidade de que o ministro fosse considerado suspeito para atuar nos processos.

No entanto, os integrantes da corte avaliaram que não caberia à Polícia Federal formular pedido nesse sentido e concluíram que não havia fundamento para afastamento por suspeição. Mesmo assim, Toffoli concordou em sair da relatoria.

*Sob supervisão de Augusto Fernandes

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