Cidades Alopatia, homeopatia ou fitoterapia: conheça os tratamentos

Alopatia, homeopatia ou fitoterapia: conheça os tratamentos

Conteúdo patrocinado. Muito se ouve falar sobre os diferentes tipos de medicamentos,

Portal Correio

Conteúdo patrocinado. Muito se ouve falar sobre os diferentes tipos de medicamentos, os alopáticos, homeopáticos e fitoterápicos. Em geral, a indicação deles tem como critério os sintomas apresentados pela pessoa e a linha de atuação do profissional que os prescreve. Mas quais são suas características?

O termo alopatia se refere à cura pelos contrários: se há febre, um antitérmico é usado para reduzir a temperatura corporal elevada. “Assim, o medicamento alopático irá combater a sintomatologia apresentada, debelando seus efeitos no corpo”, explica a Profa. Dra. Antonilêni Medeiros, coordenadora de Farmácia do Unipê.

A homeopatia, por sua vez, se refere à cura pela semelhança, e o medicamento desse tipo tem um preparo diferente do anterior, por diluições e dinamizações. Assim, pode induzir a resposta no organismo do indivíduo para que ele seja capaz de reagir e gerar a melhora.

Já o fitoterápico tem por princípio a alopatia (eliminar a sintomatologia) e se diferencia apenas na matéria-prima de fabricação, que é vegetal. “O medicamento fitoterápico irá combater os sintomas a partir de um composto quimicamente originado das plantas, podendo ser um extrato, uma tintura”, exemplifica Antonilêni.

Quem indica e qual tipo de terapia

De modo geral, a medicina tradicionalmente só usa os alopáticos (industrializados ou manipulados). “Pouquíssimos são os médicos que usam a fitoterapia como base de suas receitas, seja por falta de conhecimento, seja por ideal”, diz a coordenadora.

Contudo, a fitoterapia não inclui apenas os médicos como prescritores: há diversos profissionais habilitados para sua indicação e prescrição, como farmacêuticos, nutricionistas e fisioterapeutas, cada um seguindo as resoluções de seus conselhos de classes e áreas de atuação.

“Dessa forma, a fitoterapia pode ser aliada a vários tratamentos, desde dores até reposição hormonal, infertilidade, etc. O importante é o profissional se atualizar e buscar publicações confiáveis, pois sempre são divulgadas novas descobertas e linhas de tratamento com plantas”, pontua Antonilêni.

E quanto aos homeopáticos? Um grupo mais seleto de profissionais os prescreve: a ação do medicamento e sua preparação são bem distintas da alopatia. Ele sofre diluições e fica com quantidades mínimas do composto ativo presentes na formulação, e sua ação pela semelhança dos sintomas pode tratar um grupo mais limitado de doenças, como alergias, vertigem ou gripe.

Antonilêni reforça: a terminologia usada é apenas um guia para a forma de tratamento escolhida, pois a finalidade é sempre o uso de moléculas químicas em nosso corpo para sanar um problema. “O mais importante é buscar a orientação de um farmacêutico quanto ao uso de medicamentos sempre, e nunca fazer uso por conta própria, por mais que se conheça e já tenha usado qualquer droga, pois a avaliação de seu estado de saúde deve ser considerada, e só um profissional habilitado deve fazê-lo”, finaliza.

Últimas