Análise: plano para adaptação do SUS às mudanças climáticas representa avanço, mas não resolve problema
Especialista destaca importância de iniciativas integradas para enfrentar impactos ambientais na saúde pública
Cidades|Do R7
O Brasil lançou nesta quinta-feira (13), durante a COP30, o primeiro plano de adaptação climática dedicado exclusivamente à saúde. Segundo o Ministério da Saúde, o documento apresenta ações para que os países possam preparar sistemas de resposta aos efeitos das mudanças climáticas na saúde da população, que impactam na proliferação de doenças como a dengue e na mortalidade por calor extremo.
Daniel Vargas, professor da FGV Direito Rio e da Escola de Economia da FGV São Paulo, avalia como positivo o anúncio por trazer iniciativas voltadas a populações carentes. Em entrevista ao Conexão Record News, ele ressalta a importância de reconhecer que nenhuma ação isolada é suficiente diante da complexidade dos desafios climáticos.
“É importante o fato do governo brasileiro anunciar um programa ambicioso com medidas concretas, incluindo hospitais para atendimento de populações carentes, que tendem a ser mais vulneráveis. [...] É um avanço, sempre sabendo que nenhuma medida sozinha será uma bala de prata para contornar os desafios que nós vivemos”, afirma o docente.
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