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Após cinco anos, família protesta por morte de menina achada em mala no Paraná

Polícia nunca concluiu o inquérito; suspeitos foram presos, mas liberados

Cidades|Do R7, com Rede Record

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Menina ficou dois dias desaparecida e depois corpo foi achado em mala
Menina ficou dois dias desaparecida e depois corpo foi achado em mala

Cinco anos após ser achada morta dentro de uma mala, a família da menina Rachel Genofre ainda cobra por Justiça. Na época com nove anos, ela foi encontrada em uma rodoviária de Curitiba, no Paraná. A polícia ainda não concluiu o inquérito do crime e nunca identificou o criminoso. Alguns chegaram a ser presos, mas foram liberados.

Os pais fizeram uma vigília no centro da capital pedindo culpados pelo crime e o fim da violência contra a mulher. A menina estava havia dois dias desaparecida depois de sair de uma escola pública da cidade. Segundo as investigações, ela foi levada para um hotel, onde foi estuprada e assassinada. O cabelo da criança foi raspado para que ela se parecesse com um menino.


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A família aponta possíveis erros do IML (Instituto Médico Legal) que colaboraram para que o crime nunca fosse esclarecido. Os familiares da vítima disseram que não foi colhido o material debaixo da unha da garota e nem da marca de mordidas que ela tinha pelo corpo, o que poderia facilitar um exame de DNA feito nos possíveis suspeitos.


Em junho do ano passado, a família entrou com um processo contra o Estado do Paraná pelos erros durante as investigações. As fotos feitas pela perícia chegaram a vazar na internet na época do crime.

O processo movido é por danos morais e os parentes pedem que a Justiça crie políticas públicas para que crimes como esse não voltem a ocorrer.

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