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Após dois abortos, mulher consegue ter quíntuplos no Recife

Os pais se revezam para educar os cinco filhos que nasceram após uma fertilização in vitro

Cidades|Do R7, com o Domingo Espetacular

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Lucas, Marcos, Filipe, Andréia e Debora nasceram no dia 15 de junho de 1999
Lucas, Marcos, Filipe, Andréia e Debora nasceram no dia 15 de junho de 1999

Após dois abortos e inúmeros tratamentos, uma fertilização in vitro trouxe a notícia que um casal tanto esperava no Recife, em Pernambuco. Em 15 de junho de 1999, nasceu Lucas, Marcos, Filipe, Andréa e Débora. 

Para educar essa turma, os pais se revezam. O pai Rômulo Belfort é oftalmologista e trabalha o dia todo. Ele curte os filhos nos fins de semana. Já a mãe Ana Cristina Belfort é advogada e só vai para o escritório na parte da tarde, dessa forma, ela passa a maior parte do tempo com os quíntuplos.


Na residência da família, o agito não falta. A correria começa logo cedo com o café da manhã. Para acomodar todos, a mesa é enorme e tem 12 lugares. Os assentos que estão sobrando já estão reservados para as futuras noras e genros.

Ana Cristina explica que nem sempre é possível todos estarem juntos.


— Geralmente, no café da manhã a gente põe a mesa e cada um vai chegando e tomando.

Rômulo é quem vai ao supermercado. Segundo ele, o volume é tão grande que chegam a perguntar se ele tem uma venda. São 24 caixinhas de leite por semana. Para diminuir os gastos, a família faz as compras em atacado.


De segunda a sexta-feira, a missão é tentar fazer com que os cinco filhos estejam prontos às 13h para irem à escola. Eles estudam na mesma classe e são sempre os últimos a chegar, mas tiram notas boas.

A mãe se orgulha dos filhos e diz que sempre sonhou em constituir uma família.


— Eu não tinha sonhos de sair para festas, de passear... Na minha concepção eu queria, desde o começo, constituir uma família. Então já era um propósito, eu queria casar e ter um monte de filhos.

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Os quíntuplos nasceram prematuros e precisaram de cuidados especiais antes de deixar o hospital. A mãe lembra como foi complicada essa fase.

— Eles levaram de cinquenta dias até dois meses ainda na UTI e depois vieram para cá, ficaram isolados e foram começando a ganhar peso. E hoje, graças a deus, de prematuridade, não tem mais nada.

Na família do Rômulo e da Cristina, tudo é quintuplicado, a bagunça, discussões, diversão e o amor.

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