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Após governo do RN declarar calamidade, agentes da Força Nacional reforçam segurança no Estado

Rebeliões iniciadas na semana passada colocam em alerta sistema carcerário do RN

Cidades|Do R7

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Um ônibus da linha 39 de Natal foi incendiado na avenida Hermes da Fonseca por volta das 19h54 desta segunda-feira (16)
Um ônibus da linha 39 de Natal foi incendiado na avenida Hermes da Fonseca por volta das 19h54 desta segunda-feira (16)

O governo do Rio Grande do Norte declarou oficialmente nesta terça-feira (17) estado de calamidade em seu sistema carcerário e pediu reforços da polícia pela intensificação das rebeliões que começaram na quarta-feira passada (11) em prisões do Estado. A Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social do Rio Grande do Norte informou que, amparado pelo estado de calamidade no sistema carcerário, solicitou o envio às prisões de agentes da Força Nacional de Segurança, corpo de elite vinculado ao Ministério da Justiça. 

A secretaria informou em seu perfil no Twitter que 200 agentes da Força Nacional de Segurança já operam no Rio Grande do Norte e que sua primeira missão foi escoltar a transferência de 89 presos. Como uma medida para isolar líderes das rebeliões, os presos foram transferidos do Centro de Detenção Provisório de Potengi, em Natal, para uma prisão no município de Parelhas, a 250 km. Além disso, segundo a secretaria, outros 200 policiais extras se apresentaram voluntariamente para reforçar o patrulhamento nas ruas da região metropolitana. 


Na madrugada desta terça-feira, ocorreu uma nova rebelião na prisão conhecida como Pereirão, no município de Caicó, que tem capacidade para 367 presos mas uma população carcerária de 600 pessoas.

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Em menos de uma semana já ocorreram rebeliões em oitos prisões no Estado sendo seis em Natal, uma em Parnamirim e uma em Nísia Floresta. Parte das instalações carcerárias foram destruídas e quatro ônibus e uma patrulha da Polícia Militar foram incendiados nos últimos dias em Natal. De acordo com autoridades locais, vários bairros na região metropolitana de Natal amanheceram nesta terça-feira sem transporte público pelo temor de novos ataques como represália pelas medidas adotadas para controlar as rebeliões. 

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