Bicicletas compartilhadas "laranjinhas" ganham novos equipamentos de segurança e ficam mais modernas
Estações serão modernizadas e usuários terão novas opções de aluguel
Cidades|Do R7

As bicicletas compartilhadas do Itaú — aquelas laranjinhas — vão ganhar novos visuais e novas tecnologias. O anúncio foi feito pelo banco nesta quinta-feira (8), em São Paulo. A modernização é fruto da parceria entre empresa, que patrocina o serviço, com a Tembici, nova operadora do sistema de compartilhamento.
Nas bicicletas, as mudanças começam pelo design, que a deixaram mais leves e ergonômicas. Os cestos se tornaram mais práticos as bagagens dos ciclistas e os sistemas de segurança das bikes, como luzes reflexivas e freios, foram melhorados.
“Falando da estação, são inúmeras vantagens. A estação permite a compra do direito de uso da bicicleta na própria estação através do cartão de crédito. A gente tem um passe cadastrado que o usuário vai poder alugar a bicicleta por meio de um cadastro prévio, com pagamento em dinheiro ou cartão de débito. Vai ser uma espécie de bilhete único para bicicleta, para o usuário poder pegar a bicicleta com mais facilidade no dia a dia. Vamos manter a questão do aplicativo para ele poder consultar onde tem as bicicletas. E estamos dobrando o número de vagas para as bicicletas”, explica Tomas Martins, CEO Tembici.
Em 2017, o programa de compartilhamento de bicicletas do Itaú completa seis anos e já realizou mais de 20 milhões de viagens.
“Em 2010, nós tomamos uma decisão de apostar na mobilidade urbana a partir da bike como uma forma de a gente devolver um pouco para a sociedade aquilo que ela investe no banco. A gente acredita que a mobilidade urbana é uma forma que o banco tem de estimular melhores políticas públicas e de voltar um pouco da cidade para as pessoas”, diz Luciana Nicola, superintendente de relações governamentais e institucionais do Itaú.









