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Brasil é o quarto país do G20 com a maior taxa de desocupação entre mulheres, diz IBGE

País tem mais mulheres do que homens com 25 anos ou mais sem emprego e só perde para África do Sul, Arábia Saudita e Turquia

Cidades|Augusto Fernandes, do R7, em Brasília

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Brasil é o quarto entre os países do G20 com a maior taxa de desocupação entre mulheres Wilson Dias

A quantidade de mulheres com 25 anos ou mais sem ocupação no Brasil é a quarta maior entre os países do G20 — grupo formado pelas 19 maiores economias do mundo mais a União Europeia e a União Africana —, conforme pesquisa do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgada nesta terça-feira (9). Em 2022, de acordo com o levantamento, 8,85% das mulheres nessa faixa etária não tinham emprego.

O IBGE classifica como desocupadas as pessoas que tomaram alguma providência efetiva para conseguir um trabalho no período de 30 dias e que estavam disponíveis para iniciar um emprego.


Segundo o IBGE, à frente do Brasil estão África do Sul (27,42%), Arábia Saudita (13,98%) e Turquia (11,18%). Veja os resultados:

O IBGE também apresentou dados sobre a taxa de desocupação na população entre 15 e 24 anos de idade. Entre as mulheres dessa faixa etária, os maiores valores ocorrem na África do Sul (53,85%), na Arábia Saudita (26,41%), na Itália (25,81%) e na Turquia (25,71%) e no Brasil (24,71%).


Os dados do IBGE são da publicação ‘Criando Sinergias entre a Agenda 2030 e o G20 – Caderno Desigualdades – primeiras análises’. O documento traz estatísticas sobre sete indicadores globais dos ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável), que apresentam um retrato das desigualdades dentro dos países do G20 e entre eles, com a informação mais recente disponível para a maioria dos países.

As ODS analisadas pelo levantamento são pobreza, saúde, educação, gênero, crescimento econômico e trabalho decente, desigualdades e paz, justiça e instituições eficazes.

Segundo o IBGE, “a desagregação de dados para os indicadores ODS é fundamental para a implementação da Agenda 2030 e seu princípio de ‘não deixar ninguém para trás’, pois permite captar a população em situação de vulnerabilidade e as desigualdades, para então combatê-las através de políticas públicas”.

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