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Campanha contra assédio e importunação sexual representa ‘mudança efetiva’, diz advogada

Iniciativa ‘Se liga ou eu ligo 180’, do Ministério das Mulheres, busca conscientizar a sociedade para não ignorar episódios de violência durante o Carnaval

Cidades|Do R7, com RECORD NEWS

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O Ministério das Mulheres lançou a campanha "Se liga ou eu ligo 180" para combater assédio e importunação sexual durante o Carnaval.
  • A iniciativa busca conscientizar a sociedade a não ignorar episódios de violência, enfatizando o respeito à mulher.
  • Thaís Cremasco, advogada, destaca a importância da campanha para promover uma mudança efetiva na cultura de violência contra as mulheres.
  • A percepção da responsabilidade sobre a segurança feminina está mudando, refletindo uma evolução na narrativa social sobre o tema.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

O Ministério das Mulheres lançou a campanha “Se liga ou eu ligo 180”, visando combater o assédio e a importunação sexual durante o Carnaval. A iniciativa busca conscientizar a sociedade para não ignorar episódios de violência, reforçando que o respeito à mulher deve prevalecer independentemente de fatores como vestimenta ou consumo de bebidas alcoólicas.

“Quando vem o próprio governo, o próprio Estado e diz para os homens, e para as mulheres também, ‘isso aqui é importunação sexual, isso aqui é um crime’, a gente começa de fato a entender que existe o interesse de informar e uma mudança efetiva nessa sociedade que é tão violenta ainda para nós mulheres”, aponta Thaís Cremasco, advogada e coordenadora do núcleo de violência contra a mulher da OAB-SP (Ordem dos Advogados do Brasil — Seção São Paulo).


Multidão reunida em uma rua durante um bloco de Carnaval, com pessoas vestindo fantasias coloridas e diversos guarda-sóis vermelhos espalhados pelo local
Campanha reforça que o respeito à mulher deve prevalecer independente da situação Reprodução/Record News

Segundo ela, existiu um tempo no país em que as pessoas acreditavam que, se a mulher tinha ingerido bebida alcoólica, ela poderia ser responsabilizada por qualquer situação que acontecesse com ela.

“A gente percebe que isso vem mudando conforme os anos e quando essa mudança, que já é uma mudança de parte da sociedade, vira uma estrutura, uma campanha de ministério, uma campanha governamental, a gente começa a perceber como nós estamos de fato evoluindo nessa narrativa”, diz em entrevista ao Conexão Record News desta terça-feira (17).

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