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Caso Bernardo: Após prisão de pai e madrasta, polícia investiga se casal está envolvido em morte de mãe

Criança estava desaparecida havia dez dias; corpo foi encontrado em matagal

Cidades|Do R7, com Cidade Alerta

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Graciele e Leandro Boldrini, madrasta e pai de Bernardo
Graciele e Leandro Boldrini, madrasta e pai de Bernardo

Após a prisão do pai e da madrasta de Bernardo Uglione Boldrini, de 11 anos, encontrado morto na segunda-feira (14), a polícia do Rio Grande do Sul informou que vai reabrir as investigações sobre a morte da mãe do menino.

A mãe de Bernardo morreu em 2010. O caso foi considerado suicídio.


As investigações da época davam conta de que ela havia atirado contra a própria cabeça ao descobrir que o marido tinha um caso com a madrasta de Bernardo.

Como pai e madrasta estavam na cena da morte (a clínica onde a madrasta trabalhava), a polícia agora apura se o que ocorreu foi um homicídio.


Leandro Boldrini, pai de Bernardo, e Graciele Boldrini, a madrasta, foram presos sob a acusação de matar o menino após o corpo da criança ser encontrado. Além deles, uma amiga da família também foi detida.

De acordo com depoimento da amiga, o garoto havia sido assassinado com uma injeção letal aplicada pela madrasta — Graciele é enfermeira e o Leandro é médico-cirurgião.


Desaparecido havia dez dias, Bernardo foi achado pelo Corpo de Bombeiros em um matagal no município de Frederico Westphalen, no interior gaúcho. Ele estava nu, em um saco. 

O local fica a 80 km de Três Passos, onde o menino morava.

No início do ano, o garoto chegou a denunciar o pai por maus-tratos à Promotoria.

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