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Caso Bernardo tem várias contradições, diz promotora

Testemunhas teriam feito relatos diferentes à Justiça e à imprensa

Cidades|Do R7

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Padrasto e madrasta são os principais suspeitos no caso da morte do menino no RS
Padrasto e madrasta são os principais suspeitos no caso da morte do menino no RS

O caso do garoto Bernardo, morto há duas semanas em Três Passos (RS), contém diversas contradições, relata a promotora Dinamárcia Maciel de Oliveira, responsável pelo caso.

Em entrevista à revista Época desta semana, a promotora relata que testemunhas fizeram relatos diferentes à imprensa e à Justiça.

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O pai (Leandro Boldrini), a madrasta (Graciele Boldrini), e a assistente social e amiga de Graciele Edelvânia do garoto estão presos provisoriamente, suspeitos de serem os autores do crime.

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Veja abaixo alguns pontos destacadas pela promotora Dinamárcia:

— A empregada da família, Elaine Rauber, relatou à imprensa que a madrasta teria tentado asfixiar o garoto. Mas em seu depoimento, a babá negou este fato relatado à imprensa e à avó. À Justiça, a Elaine também relatou que, quando a mãe do menino era viva, quem dava mais atenção ao garoto era o pai, porque a mãe era "avoada".

— A avó não teria tido o comportamento esperado de alguém que percebe que uma criança está em risco. Ela teria falado sobre a possível asfixia apenas de maneira indireta em seu depoimento à Justiça antes da morte do garoto. Ela também diz à imprensa que teria ficado afastada do neto desde 2010. No depoimento à polícia, entretanto, ela relatou que tivera contato "recente" com o neto.

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