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Caso Tayná: mais de 60 exames de DNA foram feitos e deram negativo

Polícia ainda não identificou assassino e pediu prorrogação para fim do inquérito

Cidades|Do R7, com Rede Record

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Polícia ainda não identificou assassino de adolescente
Polícia ainda não identificou assassino de adolescente

Mais de 60 exames de DNA foram feitos na tentativa de localizar o suposto assassino da adolescente Tayná da Silva, de 14 anos, em Colombo (PR). Todos não foram compatíveis com o sêmen encontrado no corpo da menor, de acordo com a Polícia Civil. O delegado que investiga o caso, Guilherme Rangel, pediu nesta quarta-feira (14) para que o prazo para o fim do inquérito seja prorrogado por ao menos 30 dias.

A família de Tayná tenta na Justiça uma autorização para que o corpo da adolescente seja exumado. Parentes afirmam acreditar que os funcionários do parque tenham sim envolvimento na morte.


A Justiça aceitou a denúncia contra 16 policiais suspeitos de torturar quatro homens presos por suposto envolvimento na morte. O Ministério Público denunciou 21 militares, mas apenas 16 deles foram acusados na Justiça de Colombo. Os juízes decidiram que os outros cinco casos serão avaliados nas cidades de Araucária e em Campo Largo.

Os quatro rapazes foram soltos a pedido do Ministério Público após a divulgação do laudo sobre o sêmen encontrado no corpo de Tayná que não seria nenhum deles.

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