Cidades Comerciantes protestam contra fechamentos de lojas em Manaus

Comerciantes protestam contra fechamentos de lojas em Manaus

Lojistas protestaram contra fechamento do comércio alegando necessidade de trabalhar e pagar salário de funcionários

  • Cidades | Do R7

Resumindo a Notícia

  • Comerciantes de Manaus protestam contra decreto que restringe serviços não essenciais
  • Lojistas se manifestaram no centro da capital amazonense
  • Decreto vale a partir deste sábado (26) e restinge funcionamento do comércio por 15 dias
  • Polícia do Amazonas fiscaliza cumprimento da determinação do governo do Estado
Manifestantes se reuniram nos centro de Manaus

Manifestantes se reuniram nos centro de Manaus

Reprodução

Comerciantes de Manaus (AM) se manifestam nas ruas da capital amazonense neste sábado (26), primeiro dia de decreto do governo do Amazonas que restringe por 15 dias o funcionamento de serviços não essenciais, contra a determinação da gestão estadual. O ato reuniu uma multidão de pessoas, e grande parte dos participantes não usava máscara. As informações são da Record TV.

No centro da cidade, os lojistas protestaram contra o fechamento do comércio alegando a necessidade de trabalhar e pagar o salário dos funcionários.

Neste primeiro dia de decreto, a Secretaria de Segurança Pública do Amazonas realiza operação de fiscalização para verificar o cumprimento do decreto de prevenção à covid-19. A polícia acompanhou a manifestação e houve momentos de tensão, mas sem confrontos com os manifestantes.

A partir da determinação do governo amazonense, o comércio está fechado e opera somente no sistem drive thru. Bares e restaurantes também não abrem, e podem agora só fazer entregas.

Leitos de UTI para covid-19 no Amazonas

Até esta sexta-feira (25), a ocupação dos leitos de UTI de pacientes com covid-19 no Amazonas era de 92,8% na rede pública e 85,9% na rede privada.

Na quinta (24), o Delphina Aziz, principal hospital público para atendimento da doença causa pelo novo coronavírus, registrava 96,4% dos leitos de covid-19 ocupados.

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