Como as cidades podem evitar tragédias como a que aconteceu em Minas Gerais?
‘Não é uma situação emergencial que vai resolver os problemas’, diz especialista
Cidades|Do R7, com RECORD NEWS
Chuvas deixaram ao menos 29 mortos e um rastro de destruição na Zona da Mata mineira. As cidades de Juiz de Fora e Ubá foram as mais atingidas, e cerca de 40 pessoas seguem desaparecidas. Além de Minas Gerais, Ubatuba e Peruíbe, no litoral de São Paulo, que decretaram calamidade pública, o Sudeste em geral têm sofrido com as fortes chuvas dos últimos dias.
Devido a isso, o diretor da Apecs (Associação Paulista de Empresas de Consultoria e Serviços em Saneamento e Meio Ambiente, Elzio Mistrelo, explicou em entrevista ao Link Record News o funcionamento de algumas alternativas para minimizar os estragos.
Segundo o especialista, o ponto central dos problemas atuais é a falta de planejamento e compromisso por parte dos governos federal, estaduais e municipais diante das mudanças climáticas.
“Não é uma situação emergencial que vai resolver os problemas [...] Hoje as medidas mais eficazes, em ordem de impacto para ajudar nessas questões, seriam expandir a estrutura verde em larga escala [...] construir mais reservatórios de retenção, que chamamos de piscinão [...] proteger e recuperar as várzeas de rio [...], parar urgentemente a ocupação em áreas de riscos”, argumentou o especialista.
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