Correio do Povo Alegrete enfrenta enchente e deve ter visita do governador neste sábado

Alegrete enfrenta enchente e deve ter visita do governador neste sábado

Defesa Civil calcula 810 famílias desabrigadas com a subida do rio Ibirapuitã

Defesa Civil calcula 810 famílias desabrigadas com a subida do rio Ibirapuitã

Defesa Civil calcula 810 famílias desabrigadas com a subida do rio Ibirapuitã Crédito: Maurício Cavichioli Rodrigues / Especial CP

Defesa Civil calcula 810 famílias desabrigadas com a subida do rio Ibirapuitã Crédito: Maurício Cavichioli Rodrigues / Especial CP

Correio do Povo

*Com informações do repórter Fred Marcovici A situação se agravou, na noite desta sexta-feira em Alegrete, com a evolução das águas do rio Ibirapuitã. Segundo Maysa Moreira, coordenadora da Defesa Civil, o manancial media 13,7 metros às 23h. Os 10 abrigos montados pelo município, além de barracas no bairro Renascer recebiam pessoas mesmo à noite. Conforme levantamento são 810 famílias desabrigadas e desalojadas, para um total de 2.570 pessoas entre adultos e crianças. Neste sábado, no final da manhã, o Governador Eduardo Leite estará na cidade para observar a situação e anunciar apoio à comunidade afetada pelos fenômenos dos últimos três dias. A Polícia Rodoviária Federal (PRF) interditou o km 578, na BR 290, na tarde desta sexta-feira, em decorrência de um alagamento na pista em função da alta quantidade de chuva e consequência do nível do rio Ibirapuitã seguir subindo. Segundo os agentes, não há previsão de liberação do trecho. A alternativa para o trânsito na BR 290 é desviar na extensão de um quilômetro no km 578. O motorista pode pegar o desvio de 1,5 quilômetro por dentro de Alegrete, entre o trevo do Caverá e a entrada da Vila Nova Brasília. A prefeitura de Alegrete avaliou os prejuízos causados pelos temporais e enchentes que afetaram o município durante esta semana, estimando que o valor ultrapassa os R$ 10 milhões. O setor de Infraestrutura projeta prejuízos de R$ 8,5 milhões com as estradas, calçamento danificado e dois pontilhões avariados no interior do município. Somente na área de saúde, a conta chega a R$ 3 milhões.

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