Autoajuda, antropologia e política estão entre os gêneros mais vendidos na Feira do Livro
"A Sutil Arte de Ligar o F*da-se" e "Sapiens - Uma breve história da humanidade" são os maiores destaques
Correio do Povo|Do R7

* Por Helena Ribeiro, sob supervisão de Rodrigo Celente Em uma breve caminhada pelas bancas já é possível notar que "A Sutil Arte de Ligar o F*da-se" é um dos grandes destaques desta edição da Feira do Livro. Assim como em todo o Brasil, até o momento, o título é o mais vendido. Lançado em 2017, a autoajuda de Mark Manson fala sobre a pressão infinita por parecer otimista o tempo todo. Outra obra de autoajuda bastante procurada é "O dilema do porco-espinho", de Leandro Karmal, que estreou ha menos de um mês. O livro é uma reflexão sobre a solidão e traz a frase "que é melhor se sofrer junto, que viver sozinho", de Vinicius de Moraes, como uma das principais questões. "Sapiens - Uma breve história da humanidade", de Yuval Noah Harai, também é um dos mais vendidos. Na obra, o autor repassa a história da humanidade desde o surgimento da espécie durante a pré-história até o presente e relaciona com questões atuais. O tema política também se tornou um dos mais requisitados. Entre os títulos de destaque se encontram "Como As Democracias Morrem", de Steven Levitsky, e "A elite do atraso: da escravidão à Lava Jato", de Jessé Souza. Além disso, estão entre os mais vendidos livros sobre feminismo como a biografia de Frida Kahlo e "Quem tem medo do feminismo negro?" e "O que é lugar de fala?", de Djamila Ribeiro. Já entre as crianças, como é tendência ha alguns anos, os livros de youtubers são os mais atrativos. Neste ano, o título com esta temática que obteve mais relevância foi "As aventuras na Netoland com Luccas Neto". Também estão entre os mais vendidos "O Homem de Giz", de C.J. Tudor, e a série "Diário de um Banana", com destaque para o último lançamento, "Batalha Neval".














