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Crimes em GO: para sobrevivente, retrato falado se "parece muito" com suspeito

Desde janeiro, 15 mulheres foram mortas da mesma forma: motoqueiro se aproxima e atira

Cidades|Do R7, com Balanço Geral

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Polícia já tem retrato falado do homem que matou uma das vítimas
Polícia já tem retrato falado do homem que matou uma das vítimas

Uma mulher que sobreviveu ao ataque de um motoqueiro em Goiânia é testemunha-chave na investigação da morte de outras 15 mulheres. Os crimes começaram em 18 de janeiro deste ano. Ela disse que o retrato falado divulgado após a morte de uma mulher em março passado é muito parecido com o homem que a atacou.

— Ele era alto e branco. Eu não tenho inimigos que eu saiba, só se tiver querendo fazer mal comigo sem eu conhecer, mas, para mim, é ele, porque eu vejo o retrato falado na televisão, é a mesma coisa que estar vendo ele. Tive muitos pesadelos.


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A sobrevivente, que preferiu não se identificar, conta que quase ficou tetraplégica após o ataque do motoqueiro.

— Eu estava com carteira, celular, tudo na mão. Ele simplesmente chegou: 'Fica quieta, fica quieta' e atirou nas minhas costas.


Uma das dificuldades da polícia para esclarecer os crimes é que poucos têm testemunhas. A polícia tem mandados de prisão contra suspeitos, mas nenhuma pista é segura e ninguém foi preso até agora. Nenhuma linha de investigação é descartada tampouco a existência de um assassino em série dada a semelhança dos crimes.

"Minha vida acabou ali"


A avó de Bárbara Luiza Ribeiro Costa, de 14 anos, assassinada por um motoqueiro em 18 de janeiro neste ano, falou à Rede Record sobre o trauma provocado pelo crime.

— Quando vi ela caída, o mundo acabou, a vida acabou ali.

A moto usada no crime mais recente tinha um engate na traseira. Esse equipamento também aparece na execução de Lílian Sissi Mesquita e Silva, de 28 anos, em 3 de fevereiro.

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