Crise do metanol: ‘O problema persiste’, diz representante de associação
Segundo pesquisa, 44% dos brasileiros acreditam que o governo seja o maior responsável pelos casos; entenda
Cidades|Do R7, com RECORD NEWS
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Uma pesquisa que analisou a opinião do brasileiro sobre o caso das bebidas adulteradas, em 2025, mostrou que 44% dos entrevistados apontam o governo como principal responsável pela chamada crise de metanol.
Diretor de comunicação da Associação Brasileira de Combate à Falsificação, Rodolpho Ramazzini corroborou com a opinião popular em entrevista ao News das 19 Horas desta segunda-feira. Para ele, a ineficácia das ações do poder público explica a persistência do problema agora em 2026.
“Infelizmente, apesar das reuniões, tratativas e audiências públicas, realizadas desde que estourou a crise do metanol, [...] o problema persiste, porque o crime organizado entrou forte nesse setor e isso aconteceu devido à falta de atitude do governo, no controle da produção dessas bebidas aqui no Brasil”, argumentou.
Rodolpho Ramazzini ressaltou que, devido à falta de rastreabilidade das bebidas, cria-se o convite para a entrada da “bandidagem” no ramo e, assim, o consumidor acaba ficando exposto ao produto falsificado.
“Enquanto essa rastreabilidade com marcação física de produto, etiquetas com tinta de segurança, um QR-code que permita acessar a base de dados que permite identificar o produto original não for retomada, o consumidor vai continuar exposto ao risco de comprar bebidas ilegais, bebidas essas, contaminadas por metanol”, enfatizou.
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