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Ex-secretário de Educação de Sumaré é preso por suspeita de fraude em licitações

Operação, que já mirou ex-nora de Lula, foi realizada em cinco municípios de São Paulo

Cidades|Giovana Cardoso, do R7, e Natália Martins, da RECORD, em Brasília

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Ex-secretário de Educação de Sumaré, José Aparecido Ribeiro Marin, foi preso em operação da Polícia Federal.
  • A operação investiga fraudes em processos de licitação pública em cinco municípios de São Paulo.
  • Alvos da investigação incluem corrupção, peculato e lavagem de dinheiro, com penas que podem somar até 60 anos de prisão.
  • Medidas cautelares incluem monitoramento eletrônico e afastamento de funções públicas dos envolvidos.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Mandados foram cumpridos em 5 municípios de SP PF/Divulgação

A Polícia Federal realizou nesta quinta-feira (12) uma operação para cumprir uma medida cautelar, um mandado de prisão e dez de busca contra suspeitos de fraudes em processos de licitação pública. Na ação, o ex-secretário de Educação de Sumaré José Aparecido Ribeiro Marin foi preso. O R7 não localizou a defesa de Marin. O espaço segue aberto para manifestação.

A quarta fase da Operação Coffee Break foi realizada nos municípios de Campinas, de Jundiaí, de Americana, de Itu e de Sumaré, no estado de São Paulo.


Em uma das fases anteriores, um dos alvos foi a ex-nora do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Ela era casada com Marcos Cláudio Lula da Silva, filho de Marisa Lula da Silva e adotado por Lula.

Na época, segundo a PF, ela seria integrante do núcleo político da organização criminosa, exercendo papel de lobista e intermediária, responsável por defender os interesses da empresa Life Tecnologia Educacional junto a órgãos públicos federais, especialmente o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação, e municipais.


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Nesta quinta, a ação buscou apurar fraudes em licitações realizadas pela Secretaria de Educação de Sumaré (SP) entre os anos de 2021 e 2025, além de identificar lavagem de dinheiro praticada para ocultar a origem de valores desviados do erário público.

No caso dos envolvidos, a PF investiga crimes como triangulação financeira, em que foram identificados repasses de R$ 630 mil de uma conta indicada pelo investigado para a conta da sua companheira; além de interferência judicial, eliminação de provas e outros.


Os investigados poderão responder pelos crimes de corrupção ativa e passiva, de peculato, de fraude em licitação, de lavagem de dinheiro, de contratação direta ilegal e de organização criminosa, cujas penas somadas podem chegar a 60 anos de prisão.

No caso da medida cautelar, policiais instalaram um dispositivo de monitoramento eletrônico. Além dos mandados, a Justiça também determinou o afastamento de funções públicas e medidas de constrição patrimonial.

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