Folha Vitória Cachorro-quente pode reduzir em 36 minutos tempo de vida de uma pessoa, aponta estudo científico

Cachorro-quente pode reduzir em 36 minutos tempo de vida de uma pessoa, aponta estudo científico

Saiba como é possível consumir este alimento de forma mais saudável

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Foto: pexels
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Comer um cachorro-quente por dia diminui em 36 minutos o tempo de vida de uma pessoa

A salsicha é uma comida barata, saborosa e muito fácil de preparar. O embutido é versátil e assume o papel principal no prato de muitos brasileiros, tomando o lugar da carne, do frango e até do ovo. Por isso, especialistas pedem cuidado. 

Um estudo científico revelou que comer um cachorro-quente por dia, por exemplo, pode reduzir em 36 minutos o tempo de vida de uma pessoa. 

Mas antes de entrar em pânico, entenda direitinho como essa pesquisa foi feita e se existe uma forma de continuar consumindo salsicha sem colocar a saúde em risco.

Pesquisadores da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, concluíram que consumidores de cachorro-quente podem perder aproximadamente 36 minutos de vida saudável para cada 'hot-dog' consumido. 

O estudo foi publicado na revista "Nature Food" e avaliou 5,8 mil alimentos com o objetivo de conhecer seus impactos nutricionais para os humanos e efeitos no meio ambiente.

O trabalho fez uso de um novo índice nutricional baseado em epidemiologia chamado Health Nutritional Index (HENI). Desta forma, foi possível calcular os benefícios ou malefícios à saúde que os alimentos impactariam em minutos de vida saudável nos humanos.

Por outro lado, o estudo mostra que consumir nozes pode acrescentar 26 minutos de vida saudável a quem colocar o alimento em sua dieta diária.

Os resultados da pesquisa mostram que substituir carne bovina e processadas por frutas, vegetais, nozes, legumes e frutos do mar aumenta o potencial de redução de carbono em até um terço na dieta.

“Geralmente, as recomendações dietéticas carecem de uma direção específica e prática para motivar as pessoas a mudarem seus comportamentos”, afirmou a pesquisadora Katerina Stylianou, do Departamento de Saúde Ambiental e Ciências na Escola de Saúde Pública da Universidade. 

Ao todo, conforme os alimentos consumidos nos Estados Unidos, os pesquisadores consideraram 15 fatores de risco dietéticos e estimativas de carga de doenças.

Com base nisso, quando os alimentos possuem pontuações positivas - de acordo com os dados da Pesquisa Nacional de Saúde e Avaliação Nutricional norte-americana - foi possível acrescentar minutos de vida. Se há, no entanto, pontuações negativas podem trazer malefícios a saúde humana e, por conta disso, são retirados minutos de vida dos consumidores.

Com informações do Domingo Espetacular/ RecordTV

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